Segundo ele, aproximadamente 7 mil trabalhadores terão férias a partir desta sexta-feira, 17, com possibilidade de demissões. “O que muitos industriais afirmam é que esse pessoal retorna para o trabalho no início do primeiro semestre de 2011, por volta do dia 8 de janeiro. Mas com essas saídas coletivas, muitos trabalhadores ficam receosos pela dispensa”, explica Giseldo. O presidente diz que esse medo é baseado em casos de demissões e fechamentos de fábricas que ocorreram em períodos de final de ano no Estado. “Em 2007, por exemplo, a Santista Têxtil acabou fechando as portas deixando cerca de 600 funcionários desempregados. Em 2008, também no final do ano, a Confiança também deixou aproximadamente 500 desempregados. Com esses exemplos ruins, a situação não pode passar despercebida”, exemplifica. Giseldo conta que nos próximos dias irá entrar em contato com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, da Ciência e do Turismo (Sedetec), com o intuito de encontrar medidas para evitar uma situação de desemprego em massa.
Trabalhadores do setor industrial em Sergipe estão receosos com as férias coletivas que as empresas darão nos próximos dias. De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Têxtil de Sergipe (Sinditêxtil), Giseldo Santos, a preocupação decorre pelo histórico de demissões em massa que ocorrem no setor neste mesmo período em anos anteriores. Sinditextil se preocupa com situação de trabalhadores (Fotos: Arquivo Infonet)
Histórico Giseldo Santos, presidente da Sinditextil
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