Batmóvel verde e balada sustentável

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Sei que tem muita coisa interessante a ser abordada e sei que vocês (mesmo sem conhecer muito bem a autora) já esperam “algo mais” deste espaço. Mas, em tempos de muito forró, sei também que poucos têm tempo e coragem para ler e refletir questões ambientais. Sendo assim, preferi adiar os nossos papos mais sérios para mais tarde e, por enquanto, trazer apenas algumas curiosidades amenas, que também não deixam de ser interessantes. Vejam só como o tema da sustentabilidade está cada vez mais presente em diferentes segmentos da sociedade. Sei que vão gostar. Aliás, saber mesmo, eu não sei de nada, mas a gente especula não é?… rs

Batmóvel verde

Depois do Papamóvel verde, foi a vez do Batmóvel entrar na onda sustentável. Mesmo sabendo que nos dois casos os automóveis não são comercializados, a iniciativa chama atenção e serve para promover a ideia do quanto é importante pensar no meio ambiente, com novidades aliadas à tecnologia. O Batmóvel verde será apresentado em 19 de julho, em Manchester, na Inglaterra, como parte do show “Batman Live World Arena Tour”, que rodará na Europa e Estados Unidos, com direção do coreógrafo Anthony Van Laast. (Fonte: Ciclovivo)

Balada Sustentável

Um conceito bastante criativo em termos ambientais vem da Holanda. O Sustainable Dance Club (Discoteca Sustentável), em Roterdã, é um projeto que tem por objetivo transformar a diversão numa inteligente maneira de educar e contribuir com o meio ambiente. A principal novidade vem da pista de dança, que será capaz de gerar energia elétrica a partir dos movimentos das pessoas. A energia mecânica gerada pela dança será transformada em eletricidade através de um gerador. A ideia ainda inclui abastecimento dos banheiros com água da chuva, paredes que mudam de cor numa reação ao calor e turbinas de vento para arejar o terraço. E no bar, cerveja orgânica. A danceteria sustentável é um conceito de duas organizações: Enviu – Innovators in sustainability e a empresa de arquitetura Döll. (Fonte: PAEDA).

Móveis de pneus

O conceito da organização ‘Arte em pneu’ visa a consciência ecológica para preservação do meio ambiente através de oficinas de reutilização de pneus, materiais emborrachados e outros. Os ecomobiliários, utensílios decorativos e cenográficos produzidos pelos artesãos são disponibilizados para compra e aluguel para os segmentos que procuram estar atualizados com as opções de objetos mais responsáveis com o Planeta. Além disso, o grupo tem como objetivo abrir a visão do mercado para esse tipo de produto e serviço, para que assim outras Iniciativas Sociais possam se organizar e oferecer produtos de qualidade e confeccionados com materiais reutilizados dos mais diversos resíduos sólidos.

E atenção ao símbolo!

Os consumidores devem ficar atentos ao significado do símbolo “reciclável”, que não significa que os produtos e embalagens serão efetivamente reciclados, mas que podem ser reciclados, muitos deles apenas parcialmente. Os consumidores devem contar com a ética das empresas que promovem seus produtos como reciclados ou recicláveis e depois estarem preparado para fazer perguntas.

Esse símbolo foi inventado em 1970 como parte de um concurso patrocinado pelo Container Corporation of America (CCA). CCA, agora Jefferson Smurfit Corporation, tinha sido e continua a ser um grande produtor de cartão reciclado e fortemente envolvida na coleta de resíduos de papel. No final dos anos 1960, a empresa identificou uma oportunidade de marketing para promover os benefícios de seus produtos em resposta à consciência ambiental emergente na América.

Como um evento especial para o Dia da Terra em 1970, CCA conduziu um concurso para estudantes de artes gráficas para projetar um símbolo que representasse a reciclagem de papel. Mais de mil inscrinções foram apresentadas no concurso, que foi julgado no Instituto Aspen de Estudos Humanísticos, em Aspen, Colorado. O vencedor foi Gary Dean Anderson um estudante de arquitetura da University of Southern Califórnia, em Los Angeles. CCA posteriormente permitiu que o símbolo fosse de domínio público. Hoje, o símbolo original e as versões que tem inspirado são muito usadas como rótulos genéricos de reciclagem. Mas, o símbolo por si só não implica qualquer tipo particular ou a quantidade de conteúdo reciclado. Fique atento! (Fonte: www.deq.state.ms.us)

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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