Cultura Afro-brasileira currículo escolar:muito além do cumprimento da lei

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A cultura Afro-brasileira no currículo escolar: muito além do cumprimento da lei

Prof. Mário Jorge F. Cruz
Pedagogo – Especialista em Gestão Escolar

Temos vivenciado, nas últimas décadas, importantes transformações em busca da construção de uma Escola mais democrática, inclusiva e comprometida com a formação cidadã. Entre essas mudanças, destaca-se a incorporação da História e da Cultura Afro-Brasileira ao currículo Escolar, prevista na legislação educacional como instrumento de valorização da diversidade étnico-racial e
de enfrentamento ao racismo. Entretanto, apesar dos avanços legais, ainda é comum observar que muitas instituições de ensino limitam essa temática a atividades desenvolvidas apenas no mês de novembro,especialmente em torno do Dia da Consciência Negra.

Essa prática, embora possa representar um primeiro passo, revela-se insuficiente diante dos objetivos propostos pela legislação e pelas Diretrizes Curriculares Nacionais. A Cultura Afro-Brasileira não pode ser tratada como um evento isolado no calendário Escolar. Ela precisa estar presente no cotidiano da Escola, dialogando com todas as áreas do conhecimento e contribuindo para a formação de sujeitos conscientes da pluralidade cultural que constitui o Brasil. Mais do que cumprir uma obrigação legal, trata-se de assumir um compromisso pedagógico com uma Educação que reconheça, valorize e respeite as diferentes matrizes culturais responsáveis pela construção da  identidade nacional.

Por muito tempo, a participação dos povos africanos e de seus descendentes na formação do Brasil foi apresentada de forma superficial nos materiais didáticos. Em muitos casos, restringia-se ao período da escravidão, ignorando suas contribuições para a cultura, a economia, a ciência, a religiosidade, a arte, a culinária, a música, a literatura e tantas outras dimensões da sociedade brasileira.

Um importante marco ocorreu com a promulgação da Lei no 10.639/2003, que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), tornando obrigatório o ensino da História e Cultura Afro-Brasileira nas Escolas públicas e privadas de Educação Básica. Posteriormente, a Lei no 11.645/2008 ampliou essa determinação ao incluir também a História e Cultura dos Povos Indígenas, fortalecendo uma perspectiva educacional voltada para o reconhecimento da diversidade cultural brasileira.

As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais reforçaram que essa temática não constitui uma disciplina específica, mas um compromisso de toda a comunidade Escolar. A legislação, portanto, não busca apenas acrescentar conteúdos ao currículo, mas promover uma nova compreensão sobre a formação histórica do país e estimular relações sociais baseadas no respeito, na igualdade e na valorização das diferenças.

Existe uma diferença significativa entre desenvolver uma atividade para atender à legislação e promover uma Educação verdadeiramente antirracista. Cumprir a Lei pode significar organizar palestras, apresentações culturais ou exposições em datas específicas. Essas iniciativas possuem seu valor, mas tornam-se limitadas quando não fazem parte de um projeto pedagógico permanente. Uma Educação antirracista pressupõe revisar práticas, discursos, materiais didáticos e metodologias. Significa criar
oportunidades para que todos os estudantes conheçam a história do continente africano para além da escravidão, compreendam a riqueza das culturas afro-brasileiras e reconheçam a importância dos povos negros na construção do Brasil. Também implica combater estereótipos, preconceitos e discriminações que, muitas vezes, permanecem presentes de forma silenciosa no cotidiano Escolar.

A Escola exerce papel fundamental na formação de valores. Por isso, educar para o respeito às diferenças não representa uma posição ideológica, mas o cumprimento da função social da Educação prevista na Constituição Federal e na própria LDB.

Talvez o maior desafio consiste em compreender que a Cultura Afro-Brasileira não pertence exclusivamente às disciplinas de História ou Artes. Sua abordagem pode ocorrer de maneira transversal em praticamente todas as áreas do conhecimento. Na Língua Portuguesa, por exemplo, é possívelexplorar autores negros da literatura brasileira e africana. Na Matemática, pode-se apresentar
contribuições históricas de diferentes civilizações africanas para o desenvolvimento do pensamento científico. Nas Ciências, discutir conhecimentos tradicionais relacionados à biodiversidade, à agricultura e à medicina popular. Na Geografia, estudar a diversidade dos países africanos, rompendo com a visão reducionista de um continente homogêneo. Na Educação Física, trabalhar manifestações culturais como a capoeira e outras expressões corporais afro-brasileiras. Nas Artes e na Música, explorar a riqueza estética produzida pelas matrizes africanas presentes na identidade cultural brasileira.

Essa transversalidade favorece uma aprendizagem mais significativa e contribui para que os estudantes compreendam que a diversidade faz parte da vida cotidiana e não de momentos específicos do calendário escolar.

Reitero que nenhuma mudança consistente acontece na Escola sem planejamento. Por isso, o Projeto Político-Pedagógico (PPP) precisa incorporar, de forma explícita, ações voltadas para a promoção da Educação das Relações Étnico-Raciais. O PPP deve estabelecer objetivos, metas, estratégias e mecanismos de acompanhamento que garantam a continuidade dessas ações ao longo de todo o ano letivo. Isso envolve investimento na formação continuada dos Professores, revisão de materiais didáticos, ampliação
do acervo da biblioteca Escolar, fortalecimento das parcerias com a comunidade e valorização das experiências culturais locais. Quando essa temática integra o PPP, deixa de depender exclusivamente da iniciativa individual de um Professor e passa a constituir compromisso institucional da Escola e é exatamente essa institucionalização que assegura maior continuidade às ações, independentemente das mudanças na equipe Gestora ou no corpo docente.

Diversas Escolas brasileiras têm demonstrado que é possível desenvolver práticas permanentes voltadas para a valorização da Cultura Afro-Brasileira. Projetos de leitura com escritores negros, feiras culturais, oficinas de música e dança, rodas de conversa com lideranças comunitárias, estudos sobre personalidades negras da ciência, da literatura e da política, produção de podcasts, exposições fotográficas e atividades  interdisciplinares vêm produzindo resultados bastante positivos. Outro aspecto relevante é a participação
das famílias e da comunidade, fortalecendo a relação entre Escola e território e valorizando os saberes locais. Essas experiências mostram que trabalhar a Cultura Afro-Brasileira não significa acrescentar mais conteúdos ao currículo, mas ampliar perspectivas, promover o diálogo e construir um ambiente Escolar mais acolhedor, representativo e democrático.

A efetivação da Cultura Afro-Brasileira no currículo Escolar constitui um desafio permanente para Gestores, Professores e toda a comunidade educativa e embora a legislação tenha representado um importante avanço, sua plena concretização depende de mudanças na organização curricular, na formação docente e na própria cultura institucional das Escolas. Quando essa temática é tratada apenas em datas comemorativas, perde-se a oportunidade de formar estudantes capazes de compreender a diversidade que caracteriza a sociedade brasileira. Ao contrário, quando integra o currículo de maneira transversal, planejada e contínua, contribui para o desenvolvimento de uma Educação mais humanizada, crítica e comprometida com a construção de uma sociedade baseada no respeito, na equidade e na valorização da dignidade humana.

A Escola do século XXI precisa reconhecer que ensinar História e Cultura Afro-Brasileira não é apenas cumprir uma exigência legal. É reconhecer parte essencial da identidade nacional e reafirmar que a Educação possui papel decisivo na construção de relações sociais mais justas, conscientes e verdadeiramente democráticas.

© Prof. Mário Jorge de F. Cruz – Todos os Direitos Reservados

     

Feriado  Devido ao feriado de 7 de Setembro, na próxima segunda-feira, o Blog só será atualizado na terça-feira, 8. Viva a Independência! Viva a Democracia! Xô Golpistas e adoradores da ditadura e do fascismo!

Segurança O segundo eixo do programa de governo do governador e candidato à reeleição Fábio Mitidieri foi a segurança pública. Confortável ao administrar o estado mais seguro do Nordeste, o governador apresentou resultados concretos dos investimentos em efetivo policial e tecnologia realizados ao longo da gestão. Um dos destaques foi o levantamento nacional da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que apontou Sergipe como o único estado da federação sem a presença de facções criminosas organizadas. “Segurança se faz todos os dias. Isso é cuidado com o povo sergipano. Estamos criando um ambiente cada vez mais tranquilo para sergipanos e turistas, e precisamos da continuidade desse trabalho”, afirmou Mitidieri.

Segurança II O programa de governo destaca os avanços na área, tratada pelo governador com responsabilidade ao longo do mandato: foram R$ 4,8 bilhões investidos em ampliação de efetivo, aquisição de equipamentos, melhoria de infraestrutura e valorização dos profissionais de segurança.

Penas mais duras para autores feminicídio e crimes hediodos Na segurança pública, André Moura defendeu penas mais duras para autores de feminicídio e crimes hediondos contra a vida, incluindo a retomada do debate constitucional sobre prisão perpétua. Ele também reafirmou sua posição favorável à redução da maioridade penal de 18 para 16 anos e à retomada, no Senado, da discussão do projeto de sua autoria aprovado pela Câmara Federal em 2016. “Precisamos da oportunidade que será dada pelos sergipanos para voltar a Brasília e mostrar resultados concretos para o fortalecimento de Sergipe. Se eu consegui tornar Sergipe forte na Câmara, que tem 513 deputados, imagine no Senado, com 81 senadores?”, assegurou André, reforçando sua disposição de transformar experiência, articulação política e capacidade de trabalho em novas conquistas para o povo sergipano.

 

 

 

 

 

 

 

Em atos de campanha Rogério destaca recursos para Muribeca e Capela Ao participar de mais um ato de campanha ao lado do governador Fábio Mitidieri, Jeferson Andrade e André Moura, integrantes da chapa majoritária, o senador Rogério Carvalho ressaltou o trabalho realizado pelo município de Muribeca.  “Muribeca sabe quem trabalha pelo povo! Os últimos oito anos, destinei mais de R$ 4,4 milhões para Muribeca, com prioridade para a saúde, além de investimentos em pavimentação e na agricultura familiar. São recursos que viram mais saúde, infraestrutura e desenvolvimento para a população. Meu mandato sempre esteve, e continuará estando, à disposição de Muribeca. Seguimos juntos, trabalhando por Sergipe!”, ressaltou.

 “Aquidabã sabe que pode contar comigo”, disse Rogério Já em Capela, em outro grande ato da campanha, Rogério lembrou que ao longo do mandato de senador destinou mais R$ 30,8 milhões para o município, com investimentos em saúde, infraestrutura, agricultura e assistência social. “Foram recursos para garantir atendimento de saúde, medicamentos, exames, transporte, equipamentos e também para obras importantes, como a recuperação da SE-220, no trecho entre Aquidabã e Graccho Cardoso. Eu disse que ia ajudar a saúde e cumpri. Disse que estaria ao lado dos municípios sergipanos e estive. Tudo o que assumi como compromisso, eu honrei. E quero continuar trabalhando para melhorar a vida do povo de Aquidabã e de todo Sergipe”, concluiu.

 

 

 

 

 

 

 

Fapese e Banese fortalecem diálogo para ampliar parcerias e projetos em Sergipe A Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão de Sergipe (Fapese) recebeu ontem, 3, representantes do Banco do Estado de Sergipe (Banese) para uma reunião de aproximação institucional e discussão de novas possibilidades de parceria. O encontro teve como foco a construção de iniciativas conjuntas capazes de fortalecer projetos de pesquisa, extensão, inovação e desenvolvimento social em Sergipe.

Cooperação A reunião contou com a participação da presidente da Fapese, Maíra Bittencourt, da Superintendente de Crédito do Banese, Maraisa Sá, além de integrantes das equipes técnicas das duas instituições. Durante o encontro, foram discutidas possibilidades de cooperação e atuação conjunta, especialmente em projetos com potencial de impacto nos municípios sergipanos. As instituições também destacaram a importância de fortalecer mecanismos que contribuam para a circulação de recursos no próprio estado e para o desenvolvimento de iniciativas que beneficiem a população.

Trajetória histórica  A presidente da Fapese, Maíra Bittencourt, destacou que a relação entre as duas instituições possui uma trajetória histórica. O Banese acompanha a Fundação desde sua criação e mantém representação no Conselho da Fapese, o que, segundo ela, demonstra a existência de uma relação institucional construída ao longo dos anos. “Queremos aproximar cada vez mais a nossa relação com o Banco do Estado, especialmente na perspectiva de identificar novas possibilidades de financiamento e apoio a projetos gerenciados pela Fundação. Estamos trabalhando também com parcerias com o Instituto Banese como fonte de financiamento para alguns projetos que gerimos por aqui”, afirmou.

Cooperação para o desenvolvimento de Sergipe Para a Superintendente de Crédito do Banese, Maraisa Sá, a aproximação entre as instituições pode contribuir para ampliar oportunidades de negócios e fortalecer projetos com impacto social e econômico no estado. “Queremos estreitar cada vez mais os nossos trabalhos. O Banese tem cadeira no Conselho da Fundação e eu entendo que temos muitos negócios que podem estar mais próximos para, de fato, conseguir alavancar os negócios do estado e trazer políticas importantes para a população sergipana e para os projetos sociais de Sergipe”, destacou.

Projetos e iniciativas em conjunto Maraisa também ressaltou o interesse do banco em fortalecer a relação institucional com a FAPESE e ampliar o diálogo sobre projetos e iniciativas que possam ser desenvolvidos em conjunto. “A gente tem muito interesse, como Banco do Estado, em estar mais próximo da Fapese. Dialogamos sobre negócios, sobre projetos sociais e sobre como podemos fortalecer cada vez mais essa parceria”, concluiu. A reunião integra o movimento de aproximação da Fapese com diferentes setores da sociedade e instituições públicas e privadas, buscando ampliar sua capacidade de articulação e criar novas oportunidades para projetos que contribuam para o ensino, a pesquisa, a inovação, a extensão e o desenvolvimento social e econômico de Sergipe.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Saúde: em Nossa Senhora das Dores a gestão municipal faz a diferença  O Governo Municipal de Nossa Senhora das Dores, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizará o Programa de Cirurgias de Catarata e Pterígio, reunindo consultas, avaliações, exames, cirurgias e retornos no próprio município. Todas as etapas serão realizadas na Clínica da Família Maria Adalula.

Datas Nos dias 09 e 10 de setembro, serão realizadas as consultas, avaliações e exames. Já nos dias 14, 15 e 16 de setembro, acontecem as cirurgias e os retornos, com acompanhamento e todo o suporte necessário no pós-operatório. A iniciativa tem um grande objetivo: atender a demanda existente e zerar a fila de cirurgias de catarata e pterígio no município, garantindo mais acesso, conforto e qualidade de vida aos dorenses. Quem precisa de atendimento deve procurar sua Unidade de Saúde para receber as orientações e realizar o cadastro pela Regulação.

Unimed SE: falha no agendamento pelo APP Nos últimos dias o blog vem recebendo diversas reclamações da Unimed Sergipe de usuários que fazem agendamento pelo APP do plano e quando chegam no local são informados que a marcação não existe. É preciso que a direção chama a atenção do responsável pelo sistema, já que o prejuízo é enorme para quem se desloca de sua residência com um agendamento que foi feito pelo APP e no local é informado que o mesmo não foi concretizado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

NOTA DE ALERTA – Seasic A Secretaria de Estado da Assistência Social, Inclusão e Cidadania (Seasic) alerta para tentativas de golpe envolvendo pessoas que estão se passando por representantes da secretaria para realizar contatos por telefone e WhatsApp. Um dos números identificados é (99) 98480-9351, utilizado para abordar pessoas em nome da Seasic. A orientação é não fornecer informações pessoais, não realizar pagamentos ou transferências e não dar continuidade à conversa. Em caso de dúvida sobre qualquer contato recebido em nome da Secretaria, a informação deve ser confirmada diretamente pelo telefone oficial da Seasic: 79 3179-1942. A Seasic reforça a importância de bloquear e denunciar números suspeitos e pede atenção para evitar novas vítimas.

Gabriel Oliveira Martins, doutorando da UFS (Foto:Arquivo Ascom UFS)

 

Pesquisa da UFS no semiárido é 1º lugar em prêmio da Fapitec Doutorando do Campus Sertão da Universidade Federal de Sergipe, e integrante do Grupo de Estudos em Melhoramento Vegetal do Semiárido (GEMS), conquistou o 1º lugar na categoria Jovem Cientista do XIV Prêmio João Ribeiro de Divulgação Científica e Inovação Tecnológica, promovido pela Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (FAPITEC/SE). O objetivo da pesquisa é identificar ambientes mais favoráveis à produção sustentável do milho e aprimorar a indicação de cultivares adaptadas às condições edafoclimáticas da região.

Destaque A cerimônia de premiação dos candidatos aprovados será realizada no dia 11 de novembro de 2026, às 19h, no Museu da Gente Sergipana, em Aracaju (SE). A premiação reconhece trabalhos de destaque nas áreas de ciência, tecnologia e inovação, valorizando pesquisas que contribuem para o desenvolvimento científico e tecnológico e apresentam relevância para a sociedade. A pesquisa faz parte da tese do doutorando Gabriel Oliveira Martins, orientada pelo professor Gustavo Hugo Ferreira de Oliveira, e apresenta a aplicação de uma metodologia que utiliza variáveis ambientais e séries históricas climáticas para auxiliar na recomendação de cultivares de milho mais adaptadas às condições da região Nordeste. O estudo considera diferentes características ambientais e climáticas para contribuir com a identificação de cultivares com maior potencial de adaptação às condições específicas de cada ambiente.

Reconhecimento importante Gustavo Hugo Ferreira, professor do Campus do Sertão e orientador de Gabriel, salienta que a premiação representa um importante reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelo grupo e à relevância das pesquisas realizadas na região. “É gratificante ver os trabalhos desenvolvidos no grupo serem premiados por relevantes instituições de pesquisa e fomento. Isso revela o impacto local, regional e nacional de nossas pesquisas. Neste caso em particular, temos um impacto regional inovador, ao trazer um estudo inédito de mapeamento do Alto Sertão Sergipano para melhorarmos a indicação de cultivares de milho mais adaptadas às nossas condições edafoclimáticas”. “Essa conquista não é individual, ela representa o trabalho desenvolvido no Campus do Sertão da UFS, no GEMS. Mostrando também que é possível produzir ciência de qualidade no interior e no semiárido, porque existem pessoas que acreditam no poder da educação, que gostam de fazer pesquisa e que transformam dedicação e conhecimento em resultados para a sociedade”. A pesquisa premiada contribui para aproximar a produção científica das demandas da agricultura regional, oferecendo informações que podem auxiliar na recomendação de cultivares de milho e na identificação de ambientes mais favoráveis à produção sustentável no alto sertão sergipano.

 

 

 

 

 

 

 

7 de Setembro: O 32º Grito dos Excluídos no Estado de Sergipe mudou de lugar. A concentração será na Praça da Bandeira, às 8 horas da manhã, onde vai acontecer o Ato Ecumênico Religioso e o Ato Político Cultural.

“Vida em Primeiro Lugar! Na Defesa da Terra, da Paz e da Moradia, Erguemos a voz: Mulheres Vivas e Soberania”, este é o tema do 32º Grito dos Excluídos.  A vice-presidenta da Central Única dos Trabalhadores (CUT-SE), Carol Rejane, observou que a construção da cidadania brasileira hoje exige uma solução para a desigualdade social, racismo e machismo estruturais. “O Brasil soberano e independente que queremos é um País livre do racismo estrutural, que não violente e não mate mulheres, pelo simples fato de serem mulheres. Queremos um Brasil sem exclusão social. Toda a população brasileira precisa ter direito à moradia, à terra, à saúde pública, à educação pública, à água, saneamento, emprego e renda. E vamos lutar também pela paz sem interferência dos Estados Unidos e de nenhum outro País nas nossas eleições”, explicou Carol Rejane. Carol Rejane reforçou que o 32º Grito dos Excluídos mudou de lugar. “Será na PRAÇA DA BANDEIRA, às 8 horas da manhã. Espalhe o convite dos sindicatos, centrais sindicais, movimentos sociais do campo e da cidade para todo mundo participar do 32º Grito dos Excluídos”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

6º Festcas reúne mais de 300 carros antigos na Orla de Atalaia De hoje, 4,  a 6 de setembro, a Praça de Eventos da Orla de Eventos da Orla de Atalaia, em Aracaju, será palco da 6ª edição do Festcas – Festival de Carros Antigos de Sergipe. O evento promete reunir mais de 300 veículos, proporcionando ao público uma verdadeira viagem pela história do automobilismo, com modelos das décadas de 1920 a 1990. A programação começa hoje, 4, às 18h. No sábado (5) e domingo (6), as atividades têm início a partir das 12h. Durante os três dias, os visitantes poderão conferir de perto veículos de diferentes épocas, além de participar de uma programação voltada para toda a família.

Valorização da história dos automóveis Segundo o presidente da Federação Sergipana de Automobilismo, Kennedy Fonseca, o Festcas chega à sexta edição com a missão de valorizar a história dos automóveis e fortalecer o segmento em Sergipe. “Estamos preparando uma grande festa para os apaixonados por carros antigos e para toda a família. Teremos veículos de várias décadas, atrações musicais e uma programação diversificada. A expectativa é receber um público expressivo e mostrar a força do antigomobilismo em Sergipe”, destaca.

Programação musical Para completar a experiência, o festival contará com uma programação musical diversificada, que inclui shows de Jeanny Lins, Somos Loucos por Forró, Banda Rádio Pirata, Banda Vintape, Tati a Lourinha e DJ Anny B., além da participação do cantor Tony Presley. O público também terá acesso a espaço kids, bares, área para venda e troca de objetos relacionados a carros antigos e comercialização de miniaturas.  Outro destaque será o sorteio de três kits para o Pré-Caju, destinados ao bloco Xand Harmonia, ampliando a interação com o público durante o evento.

Presença de Paulo Loko O Festcas é realizado pela Federação Sergipana de Automobilismo, Clube Antigos de Sergipe e Confraria Os Renegados. A programação também contará com a presença de Paulo Loko, reconhecido como um dos maiores curadores de carros antigos do Brasil, que estará em Aracaju para prestigiar o festival. Com uma proposta que une história, cultura automobilística, entretenimento e confraternização, o Festcas se consolida como um dos principais encontros de veículos antigos de Sergipe, reunindo colecionadores, apaixonados por automóveis e famílias em um dos principais cartões-postais de Aracaju.

                                     

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Atenção SMTT Sucata na própria “CASA”. E na sede da Prefeitura de Aracaju servidores denunciam que um veículo foi abandonado há mais de 1 ANO. Quem será o proprietário que fez do Palácio Aloisio Campos deposito p/ a sucata dele?

                    

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