Blog Cláudio Nunes: a serviço da verdade e da justiça
“O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.

A cultura Afro-brasileira no currículo escolar: muito além do cumprimento da lei
Prof. Mário Jorge F. Cruz
Pedagogo – Especialista em Gestão Escolar
Temos vivenciado, nas últimas décadas, importantes transformações em busca da construção de uma Escola mais democrática, inclusiva e comprometida com a formação cidadã. Entre essas mudanças, destaca-se a incorporação da História e da Cultura Afro-Brasileira ao currículo Escolar, prevista na legislação educacional como instrumento de valorização da diversidade étnico-racial e
de enfrentamento ao racismo. Entretanto, apesar dos avanços legais, ainda é comum observar que muitas instituições de ensino limitam essa temática a atividades desenvolvidas apenas no mês de novembro,especialmente em torno do Dia da Consciência Negra.
Essa prática, embora possa representar um primeiro passo, revela-se insuficiente diante dos objetivos propostos pela legislação e pelas Diretrizes Curriculares Nacionais. A Cultura Afro-Brasileira não pode ser tratada como um evento isolado no calendário Escolar. Ela precisa estar presente no cotidiano da Escola, dialogando com todas as áreas do conhecimento e contribuindo para a formação de sujeitos conscientes da pluralidade cultural que constitui o Brasil. Mais do que cumprir uma obrigação legal, trata-se de assumir um compromisso pedagógico com uma Educação que reconheça, valorize e respeite as diferentes matrizes culturais responsáveis pela construção da identidade nacional.
Por muito tempo, a participação dos povos africanos e de seus descendentes na formação do Brasil foi apresentada de forma superficial nos materiais didáticos. Em muitos casos, restringia-se ao período da escravidão, ignorando suas contribuições para a cultura, a economia, a ciência, a religiosidade, a arte, a culinária, a música, a literatura e tantas outras dimensões da sociedade brasileira.
Um importante marco ocorreu com a promulgação da Lei no 10.639/2003, que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), tornando obrigatório o ensino da História e Cultura Afro-Brasileira nas Escolas públicas e privadas de Educação Básica. Posteriormente, a Lei no 11.645/2008 ampliou essa determinação ao incluir também a História e Cultura dos Povos Indígenas, fortalecendo uma perspectiva educacional voltada para o reconhecimento da diversidade cultural brasileira.
As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais reforçaram que essa temática não constitui uma disciplina específica, mas um compromisso de toda a comunidade Escolar. A legislação, portanto, não busca apenas acrescentar conteúdos ao currículo, mas promover uma nova compreensão sobre a formação histórica do país e estimular relações sociais baseadas no respeito, na igualdade e na valorização das diferenças.
Existe uma diferença significativa entre desenvolver uma atividade para atender à legislação e promover uma Educação verdadeiramente antirracista. Cumprir a Lei pode significar organizar palestras, apresentações culturais ou exposições em datas específicas. Essas iniciativas possuem seu valor, mas tornam-se limitadas quando não fazem parte de um projeto pedagógico permanente. Uma Educação antirracista pressupõe revisar práticas, discursos, materiais didáticos e metodologias. Significa criar
oportunidades para que todos os estudantes conheçam a história do continente africano para além da escravidão, compreendam a riqueza das culturas afro-brasileiras e reconheçam a importância dos povos negros na construção do Brasil. Também implica combater estereótipos, preconceitos e discriminações que, muitas vezes, permanecem presentes de forma silenciosa no cotidiano Escolar.
A Escola exerce papel fundamental na formação de valores. Por isso, educar para o respeito às diferenças não representa uma posição ideológica, mas o cumprimento da função social da Educação prevista na Constituição Federal e na própria LDB.
Talvez o maior desafio consiste em compreender que a Cultura Afro-Brasileira não pertence exclusivamente às disciplinas de História ou Artes. Sua abordagem pode ocorrer de maneira transversal em praticamente todas as áreas do conhecimento. Na Língua Portuguesa, por exemplo, é possívelexplorar autores negros da literatura brasileira e africana. Na Matemática, pode-se apresentar
contribuições históricas de diferentes civilizações africanas para o desenvolvimento do pensamento científico. Nas Ciências, discutir conhecimentos tradicionais relacionados à biodiversidade, à agricultura e à medicina popular. Na Geografia, estudar a diversidade dos países africanos, rompendo com a visão reducionista de um continente homogêneo. Na Educação Física, trabalhar manifestações culturais como a capoeira e outras expressões corporais afro-brasileiras. Nas Artes e na Música, explorar a riqueza estética produzida pelas matrizes africanas presentes na identidade cultural brasileira.
Essa transversalidade favorece uma aprendizagem mais significativa e contribui para que os estudantes compreendam que a diversidade faz parte da vida cotidiana e não de momentos específicos do calendário escolar.
Reitero que nenhuma mudança consistente acontece na Escola sem planejamento. Por isso, o Projeto Político-Pedagógico (PPP) precisa incorporar, de forma explícita, ações voltadas para a promoção da Educação das Relações Étnico-Raciais. O PPP deve estabelecer objetivos, metas, estratégias e mecanismos de acompanhamento que garantam a continuidade dessas ações ao longo de todo o ano letivo. Isso envolve investimento na formação continuada dos Professores, revisão de materiais didáticos, ampliação
do acervo da biblioteca Escolar, fortalecimento das parcerias com a comunidade e valorização das experiências culturais locais. Quando essa temática integra o PPP, deixa de depender exclusivamente da iniciativa individual de um Professor e passa a constituir compromisso institucional da Escola e é exatamente essa institucionalização que assegura maior continuidade às ações, independentemente das mudanças na equipe Gestora ou no corpo docente.
Diversas Escolas brasileiras têm demonstrado que é possível desenvolver práticas permanentes voltadas para a valorização da Cultura Afro-Brasileira. Projetos de leitura com escritores negros, feiras culturais, oficinas de música e dança, rodas de conversa com lideranças comunitárias, estudos sobre personalidades negras da ciência, da literatura e da política, produção de podcasts, exposições fotográficas e atividades interdisciplinares vêm produzindo resultados bastante positivos. Outro aspecto relevante é a participação
das famílias e da comunidade, fortalecendo a relação entre Escola e território e valorizando os saberes locais. Essas experiências mostram que trabalhar a Cultura Afro-Brasileira não significa acrescentar mais conteúdos ao currículo, mas ampliar perspectivas, promover o diálogo e construir um ambiente Escolar mais acolhedor, representativo e democrático.
A efetivação da Cultura Afro-Brasileira no currículo Escolar constitui um desafio permanente para Gestores, Professores e toda a comunidade educativa e embora a legislação tenha representado um importante avanço, sua plena concretização depende de mudanças na organização curricular, na formação docente e na própria cultura institucional das Escolas. Quando essa temática é tratada apenas em datas comemorativas, perde-se a oportunidade de formar estudantes capazes de compreender a diversidade que caracteriza a sociedade brasileira. Ao contrário, quando integra o currículo de maneira transversal, planejada e contínua, contribui para o desenvolvimento de uma Educação mais humanizada, crítica e comprometida com a construção de uma sociedade baseada no respeito, na equidade e na valorização da dignidade humana.
A Escola do século XXI precisa reconhecer que ensinar História e Cultura Afro-Brasileira não é apenas cumprir uma exigência legal. É reconhecer parte essencial da identidade nacional e reafirmar que a Educação possui papel decisivo na construção de relações sociais mais justas, conscientes e verdadeiramente democráticas.
© Prof. Mário Jorge de F. Cruz – Todos os Direitos Reservados
Feriado Devido ao feriado de 7 de Setembro, na próxima segunda-feira, o Blog só será atualizado na terça-feira, 8. Viva a Independência! Viva a Democracia! Xô Golpistas e adoradores da ditadura e do fascismo!
Segurança O segundo eixo do programa de governo do governador e candidato à reeleição Fábio Mitidieri foi a segurança pública. Confortável ao administrar o estado mais seguro do Nordeste, o governador apresentou resultados concretos dos investimentos em efetivo policial e tecnologia realizados ao longo da gestão. Um dos destaques foi o levantamento nacional da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que apontou Sergipe como o único estado da federação sem a presença de facções criminosas organizadas. “Segurança se faz todos os dias. Isso é cuidado com o povo sergipano. Estamos criando um ambiente cada vez mais tranquilo para sergipanos e turistas, e precisamos da continuidade desse trabalho”, afirmou Mitidieri.
Segurança II O programa de governo destaca os avanços na área, tratada pelo governador com responsabilidade ao longo do mandato: foram R$ 4,8 bilhões investidos em ampliação de efetivo, aquisição de equipamentos, melhoria de infraestrutura e valorização dos profissionais de segurança.


Fapese e Banese fortalecem diálogo para ampliar parcerias e projetos em Sergipe A Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão de Sergipe (Fapese) recebeu ontem, 3, representantes do Banco do Estado de Sergipe (Banese) para uma reunião de aproximação institucional e discussão de novas possibilidades de parceria. O encontro teve como foco a construção de iniciativas conjuntas capazes de fortalecer projetos de pesquisa, extensão, inovação e desenvolvimento social em Sergipe.
Cooperação A reunião contou com a participação da presidente da Fapese, Maíra Bittencourt, da Superintendente de Crédito do Banese, Maraisa Sá, além de integrantes das equipes técnicas das duas instituições. Durante o encontro, foram discutidas possibilidades de cooperação e atuação conjunta, especialmente em projetos com potencial de impacto nos municípios sergipanos. As instituições também destacaram a importância de fortalecer mecanismos que contribuam para a circulação de recursos no próprio estado e para o desenvolvimento de iniciativas que beneficiem a população.
Trajetória histórica A presidente da Fapese, Maíra Bittencourt, destacou que a relação entre as duas instituições possui uma trajetória histórica. O Banese acompanha a Fundação desde sua criação e mantém representação no Conselho da Fapese, o que, segundo ela, demonstra a existência de uma relação institucional construída ao longo dos anos. “Queremos aproximar cada vez mais a nossa relação com o Banco do Estado, especialmente na perspectiva de identificar novas possibilidades de financiamento e apoio a projetos gerenciados pela Fundação. Estamos trabalhando também com parcerias com o Instituto Banese como fonte de financiamento para alguns projetos que gerimos por aqui”, afirmou.
Cooperação para o desenvolvimento de Sergipe Para a Superintendente de Crédito do Banese, Maraisa Sá, a aproximação entre as instituições pode contribuir para ampliar oportunidades de negócios e fortalecer projetos com impacto social e econômico no estado. “Queremos estreitar cada vez mais os nossos trabalhos. O Banese tem cadeira no Conselho da Fundação e eu entendo que temos muitos negócios que podem estar mais próximos para, de fato, conseguir alavancar os negócios do estado e trazer políticas importantes para a população sergipana e para os projetos sociais de Sergipe”, destacou.
Projetos e iniciativas em conjunto Maraisa também ressaltou o interesse do banco em fortalecer a relação institucional com a FAPESE e ampliar o diálogo sobre projetos e iniciativas que possam ser desenvolvidos em conjunto. “A gente tem muito interesse, como Banco do Estado, em estar mais próximo da Fapese. Dialogamos sobre negócios, sobre projetos sociais e sobre como podemos fortalecer cada vez mais essa parceria”, concluiu. A reunião integra o movimento de aproximação da Fapese com diferentes setores da sociedade e instituições públicas e privadas, buscando ampliar sua capacidade de articulação e criar novas oportunidades para projetos que contribuam para o ensino, a pesquisa, a inovação, a extensão e o desenvolvimento social e econômico de Sergipe.

Saúde: em Nossa Senhora das Dores a gestão municipal faz a diferença O Governo Municipal de Nossa Senhora das Dores, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizará o Programa de Cirurgias de Catarata e Pterígio, reunindo consultas, avaliações, exames, cirurgias e retornos no próprio município. Todas as etapas serão realizadas na Clínica da Família Maria Adalula.
Datas Nos dias 09 e 10 de setembro, serão realizadas as consultas, avaliações e exames. Já nos dias 14, 15 e 16 de setembro, acontecem as cirurgias e os retornos, com acompanhamento e todo o suporte necessário no pós-operatório. A iniciativa tem um grande objetivo: atender a demanda existente e zerar a fila de cirurgias de catarata e pterígio no município, garantindo mais acesso, conforto e qualidade de vida aos dorenses. Quem precisa de atendimento deve procurar sua Unidade de Saúde para receber as orientações e realizar o cadastro pela Regulação.
Unimed SE: falha no agendamento pelo APP Nos últimos dias o blog vem recebendo diversas reclamações da Unimed Sergipe de usuários que fazem agendamento pelo APP do plano e quando chegam no local são informados que a marcação não existe. É preciso que a direção chama a atenção do responsável pelo sistema, já que o prejuízo é enorme para quem se desloca de sua residência com um agendamento que foi feito pelo APP e no local é informado que o mesmo não foi concretizado.

NOTA DE ALERTA – Seasic A Secretaria de Estado da Assistência Social, Inclusão e Cidadania (Seasic) alerta para tentativas de golpe envolvendo pessoas que estão se passando por representantes da secretaria para realizar contatos por telefone e WhatsApp. Um dos números identificados é (99) 98480-9351, utilizado para abordar pessoas em nome da Seasic. A orientação é não fornecer informações pessoais, não realizar pagamentos ou transferências e não dar continuidade à conversa. Em caso de dúvida sobre qualquer contato recebido em nome da Secretaria, a informação deve ser confirmada diretamente pelo telefone oficial da Seasic: 79 3179-1942. A Seasic reforça a importância de bloquear e denunciar números suspeitos e pede atenção para evitar novas vítimas.

Pesquisa da UFS no semiárido é 1º lugar em prêmio da Fapitec Doutorando do Campus Sertão da Universidade Federal de Sergipe, e integrante do Grupo de Estudos em Melhoramento Vegetal do Semiárido (GEMS), conquistou o 1º lugar na categoria Jovem Cientista do XIV Prêmio João Ribeiro de Divulgação Científica e Inovação Tecnológica, promovido pela Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (FAPITEC/SE). O objetivo da pesquisa é identificar ambientes mais favoráveis à produção sustentável do milho e aprimorar a indicação de cultivares adaptadas às condições edafoclimáticas da região.
Destaque A cerimônia de premiação dos candidatos aprovados será realizada no dia 11 de novembro de 2026, às 19h, no Museu da Gente Sergipana, em Aracaju (SE). A premiação reconhece trabalhos de destaque nas áreas de ciência, tecnologia e inovação, valorizando pesquisas que contribuem para o desenvolvimento científico e tecnológico e apresentam relevância para a sociedade. A pesquisa faz parte da tese do doutorando Gabriel Oliveira Martins, orientada pelo professor Gustavo Hugo Ferreira de Oliveira, e apresenta a aplicação de uma metodologia que utiliza variáveis ambientais e séries históricas climáticas para auxiliar na recomendação de cultivares de milho mais adaptadas às condições da região Nordeste. O estudo considera diferentes características ambientais e climáticas para contribuir com a identificação de cultivares com maior potencial de adaptação às condições específicas de cada ambiente.
Reconhecimento importante Gustavo Hugo Ferreira, professor do Campus do Sertão e orientador de Gabriel, salienta que a premiação representa um importante reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelo grupo e à relevância das pesquisas realizadas na região. “É gratificante ver os trabalhos desenvolvidos no grupo serem premiados por relevantes instituições de pesquisa e fomento. Isso revela o impacto local, regional e nacional de nossas pesquisas. Neste caso em particular, temos um impacto regional inovador, ao trazer um estudo inédito de mapeamento do Alto Sertão Sergipano para melhorarmos a indicação de cultivares de milho mais adaptadas às nossas condições edafoclimáticas”. “Essa conquista não é individual, ela representa o trabalho desenvolvido no Campus do Sertão da UFS, no GEMS. Mostrando também que é possível produzir ciência de qualidade no interior e no semiárido, porque existem pessoas que acreditam no poder da educação, que gostam de fazer pesquisa e que transformam dedicação e conhecimento em resultados para a sociedade”. A pesquisa premiada contribui para aproximar a produção científica das demandas da agricultura regional, oferecendo informações que podem auxiliar na recomendação de cultivares de milho e na identificação de ambientes mais favoráveis à produção sustentável no alto sertão sergipano.

7 de Setembro: O 32º Grito dos Excluídos no Estado de Sergipe mudou de lugar. A concentração será na Praça da Bandeira, às 8 horas da manhã, onde vai acontecer o Ato Ecumênico Religioso e o Ato Político Cultural.
“Vida em Primeiro Lugar! Na Defesa da Terra, da Paz e da Moradia, Erguemos a voz: Mulheres Vivas e Soberania”, este é o tema do 32º Grito dos Excluídos. A vice-presidenta da Central Única dos Trabalhadores (CUT-SE), Carol Rejane, observou que a construção da cidadania brasileira hoje exige uma solução para a desigualdade social, racismo e machismo estruturais. “O Brasil soberano e independente que queremos é um País livre do racismo estrutural, que não violente e não mate mulheres, pelo simples fato de serem mulheres. Queremos um Brasil sem exclusão social. Toda a população brasileira precisa ter direito à moradia, à terra, à saúde pública, à educação pública, à água, saneamento, emprego e renda. E vamos lutar também pela paz sem interferência dos Estados Unidos e de nenhum outro País nas nossas eleições”, explicou Carol Rejane. Carol Rejane reforçou que o 32º Grito dos Excluídos mudou de lugar. “Será na PRAÇA DA BANDEIRA, às 8 horas da manhã. Espalhe o convite dos sindicatos, centrais sindicais, movimentos sociais do campo e da cidade para todo mundo participar do 32º Grito dos Excluídos”.

6º Festcas reúne mais de 300 carros antigos na Orla de Atalaia De hoje, 4, a 6 de setembro, a Praça de Eventos da Orla de Eventos da Orla de Atalaia, em Aracaju, será palco da 6ª edição do Festcas – Festival de Carros Antigos de Sergipe. O evento promete reunir mais de 300 veículos, proporcionando ao público uma verdadeira viagem pela história do automobilismo, com modelos das décadas de 1920 a 1990. A programação começa hoje, 4, às 18h. No sábado (5) e domingo (6), as atividades têm início a partir das 12h. Durante os três dias, os visitantes poderão conferir de perto veículos de diferentes épocas, além de participar de uma programação voltada para toda a família.
Valorização da história dos automóveis Segundo o presidente da Federação Sergipana de Automobilismo, Kennedy Fonseca, o Festcas chega à sexta edição com a missão de valorizar a história dos automóveis e fortalecer o segmento em Sergipe. “Estamos preparando uma grande festa para os apaixonados por carros antigos e para toda a família. Teremos veículos de várias décadas, atrações musicais e uma programação diversificada. A expectativa é receber um público expressivo e mostrar a força do antigomobilismo em Sergipe”, destaca.
Programação musical Para completar a experiência, o festival contará com uma programação musical diversificada, que inclui shows de Jeanny Lins, Somos Loucos por Forró, Banda Rádio Pirata, Banda Vintape, Tati a Lourinha e DJ Anny B., além da participação do cantor Tony Presley. O público também terá acesso a espaço kids, bares, área para venda e troca de objetos relacionados a carros antigos e comercialização de miniaturas. Outro destaque será o sorteio de três kits para o Pré-Caju, destinados ao bloco Xand Harmonia, ampliando a interação com o público durante o evento.
Presença de Paulo Loko O Festcas é realizado pela Federação Sergipana de Automobilismo, Clube Antigos de Sergipe e Confraria Os Renegados. A programação também contará com a presença de Paulo Loko, reconhecido como um dos maiores curadores de carros antigos do Brasil, que estará em Aracaju para prestigiar o festival. Com uma proposta que une história, cultura automobilística, entretenimento e confraternização, o Festcas se consolida como um dos principais encontros de veículos antigos de Sergipe, reunindo colecionadores, apaixonados por automóveis e famílias em um dos principais cartões-postais de Aracaju.
PELO ZAP DO BLOG CLÁUDIO NUNES – Quem desejar receber o link do blog logo cedo, pela manhã, pelas listas de transmissões é só enviar o pedido pelo celular do Blog: 79 99890 – 2018 (tb p/ enviar material p/ divulgação e denúncias).

Atenção SMTT Sucata na própria “CASA”. E na sede da Prefeitura de Aracaju servidores denunciam que um veículo foi abandonado há mais de 1 ANO. Quem será o proprietário que fez do Palácio Aloisio Campos deposito p/ a sucata dele?
PELO E-MAIL claudionunes@infonet.com.br
Siga Cláudio Nunes no Instagram
https://www.instagram.com/blog_claudio_nunes/
Siga Cláudio Nunes no X
Siga Cláudio nunes no Blueskay
https://bsky.app/profile/blogclaudionunes.bsky.social
Frase do Dia


Comentários estão fechados.