Blog Cláudio Nunes: a serviço da verdade e da justiça
“O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.

A Prefeitura de Nossa Senhora das Dores vem dando exemplos nas áreas prioritárias, como saúde, educação e assistência social. Na área educacional dois excelentes exemplos: criou um programa genuinamente que serve de exemplo para outros municípios que foi a instituição do Sistema Municipal de Avaliação da Aprendizagem – SIMAA, no âmbito da Rede Pública Municipal de Ensino e o outro foi o “Conectando Saberes: Tecnologia e Aprendizagem”, com a doação de equipamentos tecnológicos para estudantes da rede pública.
O Sistema de Avaliação da Aprendizagem vem reforçar as avalições externas já existente, sendo mais um termômetro para direcionar as ações educacionais, com duas avaliações uma no ínicio do ano e outra no final.
Já o programa “Conectando Saberes: Tecnologia e Aprendizagem”, visa incentivar o desempenho acadêmico, estimular a permanência escolar e promover a inclusão digital dos estudantes da rede municipal de Dores. Através de alguns critérios – estabelecidos na lei – e também alguns encargos de doação o programa vai fortalecer a cultura do mérito e da responsabilidade estudantil. Hoje, 22, será a primeira entrega de 50 tablets e 50 notebooks aos estudantes com os melhores desempenhos, referentes ao ano letivo de 2025.
Este jornalista fica feliz ao perceber na prática que uma gestão esteja preocupada com a educação num todo, dando condições dos estudantes alcançarem um nível de excelência. É na prática um dos legados do genial Paulo Freire: “Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção”.
De parabéns a gestão de Dores, sob o comando da prefeita Ianna Porto a educação em Nossa Senhora das Dores tem uma equipe de excelência com vasta experiência e competência na gestão pública.

Umbaúba: audiência de instrução por fraude à cota de gênero desmarcada 4 vezes. Será que amanhã, terá novo adiamento? Está marcada em Umbaúba, para amanhã, 23, a audiência de um processo eleitoral que trata de uma fraude à cota de gênero. Nada demais se a audiência de instrução não tivesse sido remarcada por diversas vezes. Em 3 oportunidades, a audiência foi remarcada por pedidos feitos pelos advogados dos Requeridos, o que é legal de acordo com a lei.
Será remarcada de novo? E um detalhe: a prova de fraude no processo está latente Porém, será que os umbaubenses terão outra surpresa amanhã? Com mais um adiamento para audiência que está marcada? E um detalhe: a prova de da fraude nesse processo está latente, uma mãe e seu filho, foram candidatos no pleito, onde, a mãe, obteve apenas um voto.

Residencial Mangabeiras em Aracaju: Quem fiscaliza as unidades habitacionais inauguradas até o final de 2024? Era para famílias necessitadas, porém algumas estão sendo “vendidas” por cerca de R$ 40 mil e outras estão sendo modificadas, alterando toda arquitetura e pondo em risco todos que moram nos edifícios, por exemplo. Estão pegando as áreas comuns dos edifícios e construindo. A PMA precisa tomar uma providência. No termo de recebimento não está previsto que qualquer mudança pode perder as residências? E a PMA poderia fazer uma fiscalização fazendo um levantamento in loco. Descobrirá que muitos que receberam não moram no local e, alguns, já estão em novas invasões. Um padre, relatou durante uma missa no mês passado que chegou a ser abordado por um “corretor” que ofereceu uma casa no local por R$ 45 mil. Ou seja, tudo sendo feito às claras.
André Moura vibra com Tiradentes Fest e recebe apoio do eleitorado O pré-candidato ao Senado, André Moura, marcou presença, na segunda-feira, 20, no Tiradentes Fest, festa popular realizada em um dos bairros da capital sergipana. Ao lado do vereador Sávio de Vardo, André percorreu as ruas da festividade, parou para conversar com moradores e comerciantes ambulantes e participou das atividades culturais que animavam o evento. A festa é celebrada anualmente no bairro e reúne milhares de moradores e visitantes em torno de apresentações musicais, gastronomia local e manifestações culturais populares. O evento tornou-se ao longo dos anos ponto de encontro de lideranças comunitárias e, não raro, palco de movimentações políticas.
Construção André intensifica sua agenda na construção de uma imagem de proximidade com a população da capital — estratégia que tem marcado a movimentação e pré-campanha desde o início do ano. Ele circulou misturando-se à multidão e evitando o formalismo habitual de agendas institucionais. “O contato direto com as pessoas é o que dá sentido à política”, afirmou em conversa com apoiadores presentes no evento. “Não existe palanque mais importante do que a calçada, do que a mesa do trabalhador, do que a barraca do feirante”.
Interlocutor Durante a passagem pelo evento, André consumiu produtos de vendedores ambulantes do bairro — gesto visto como valorização do comércio popular e de conexão com o cotidiano das pessoas. A presença do vereador Sávio de Vardo ao lado do presidente estadual do União Brasil não passou despercebida. Com atuação consolidada no legislativo municipal, Sávio é visto como interlocutor relevante junto à base de moradores do bairro, e sua participação indica um esforço de costura de alianças locais para a corrida eleitoral de 2026. Nas redes sociais, o vereador destacou o que chamou de “sensibilidade” do pré-candidato ao ouvir as demandas da comunidade. “André chegou com o povo e saiu com o povo. Esse é o tipo de político que Sergipe precisa representando o estado no Senado”, escreveu.
Hugo França Celebrou aniversário ontem , 21 de abril o empresário Hugo França, fundador da França Distribuidora, referência há 40 anos no setor de produtos de panificação. Figura de destaque no cenário empresarial e institucional, Hugo França possui uma trajetória marcada pela liderança, tendo presidido o Sistema Fecomércio/Sesc/Senac. Atualmente, continua contribuindo com sua experiência como membro do Conselho Fiscal da Confederação Nacional do Comércio (CNC).

IV FLITA – FEIRA DO LIVRO DE ITABAIANA
OS FOCOS DE CADA DIA NA IV FLITA
Está chegando a IV FLITA. A Feira do Livro de Itabaiana. Dias 24 a 26 de abril no Shopping Peixoto, em Itabaiana. Sexta, sábado e domingo, com entrada franca, no horário normal do shopping. O foco do primeiro dia, sexta-feira, são as escolas que nos visitarão. O foco do segundo dia, sábado, são as academias de letras e os grupos literários de todo tipo. O foco do domingo, último dia, são as famílias que virão de Sergipe e de estados vizinhos, com a graça de Deus.
MAIS DE CINQUENTA ESCRITORES MOSTRAM SUAS OBRAS

Antonio Saracura, escritor e um dos organizadores diz:
“Eu e mais 50 escritores, artesãos, oficinas de arte e de robótica, espaço geek, contação de história, duas livrarias surtidas, o sebo de Taurino, saraus de poesia e de música, mil atrações…
A Flita é Imperdível.
Vou relançar meu livro de cordel , “Os Curadores de Cobra e de Gente”, em nova edição. Só tem dentro romance sergipano, a maior parte fala do povo da Itabaiana Grande. Finalmente, alguém se lembra de escrever sobre estes singulares heróis. E os “curadores” trazem na capanga três obras de que disponho de algum estoque e amo: Pássaros do Entardecer (romance de aventura, do pau-de-arara), Os Espinhos da Flor (romance de costumes, drama familiar) e Tambores da Terra Vermelha (contos de meus povoados)”.
TEREMOS AQUI O PÚBLICO QUE TROUXERMOS.
Virão à IV Flita as pessoas que eu convidar, diz Saracura. As pessoas que cada expositor (de livros, de artes, de cultura) convidar.
Se cada um de nós trouxer e um pequeno grupo de amigos e simpatizantes, teremos uma multidão na festa.
E assim, venderemos muito mais livro, todos venderemos.
E para trazermos nossos amigos, eles precisam saber da Flita, de nosso livro.
Boca a boca, televisão, rádio, jornal, redes sociais… A eficaz imprensa.
Até reza na intenção.
Tudo vale.
Aracaju, 21 de abril de 2026
Pela coordenação, Antônio FJ Saracura 79 99988-3700,
Domingos Pascoal de Melo 79 99191-1234
Todos os detalhes aqui: https://www.instagram.com/feira_do_livro_de_itabaiana_se/
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ESPECIAL

Valorizar o Artista é Proteger a Cultura por Neu Fontes
Olá, gente boa,
Quero compartilhar com vocês uma reflexão que venho amadurecendo há mais de dois anos, a partir da vivência como artista, gestor e, principalmente, como alguém que acredita que cultura não é acessório — é estrutura.
Nos últimos anos, a gestão pública brasileira, e de forma muito clara no nordeste, passou a enfrentar um problema sério nas contratações de atrações artísticas. Um problema que não é apenas administrativo. É cultural.
Na tentativa de dar mais segurança jurídica aos processos, criou-se uma lógica baseada quase exclusivamente na exigência de notas fiscais anteriores como forma de comprovar o valor de mercado dos artistas.
No papel, parece correto.
Na prática, gerou distorções profundas.
Porque o mercado cultural não é equilibrado.
Enquanto grandes artistas nacionais apresentam contratos com valores elevados — muitas vezes sustentados por estruturas empresariais robustas e negociações complexas — os artistas locais, que mantêm viva a identidade cultural dos territórios, não possuem o mesmo histórico documental.
E aí nasce a injustiça.
O artista local, que muitas vezes tem trajetória, relevância cultural e reconhecimento popular, acaba sendo penalizado por não ter um “lastro de mercado” formalizado em números. Não porque não tenha valor. Mas porque o mercado onde ele atua não valoriza como deveria.
E aqui entra um ponto fundamental:
A iniciativa privada, em grande parte do nosso estado, não costuma investir de forma consistente nos artistas locais. Não cria escala. Não gera histórico. Não estabelece referência de valor.
Ou seja, se o poder público também não assumir esse papel, ninguém assume.
Ao longo do tempo, a administração pública brasileira foi se ajustando às exigências legais, aos mecanismos de controle e à responsabilidade fiscal.
Em períodos anteriores, quando os instrumentos de controle eram mais frágeis, era comum que determinadas ações administrativas fossem utilizadas como alternativas para resolver demandas urgentes da gestão, muitas vezes sem o rigor que hoje se exige. Com o fortalecimento dos órgãos de controle e o aumento da responsabilidade dos gestores, houve uma mudança de comportamento.
Nesse contexto, as contratações artísticas passaram a ocupar um espaço estratégico dentro da administração pública, especialmente por se tratarem de objetos singulares, cuja inexigibilidade de licitação é prevista na legislação. Entretanto, como ocorre em diversos processos históricos, o que nasce como solução pode, ao longo do tempo, sofrer distorções.
A ampliação desse modelo, sem parâmetros claros, contribuiu para a formação de um ambiente onde os valores passaram a se descolar, em alguns casos, da realidade cultural dos territórios.
Como resposta a esse cenário, consolidou-se a exigência de comprovação de valores por meio de notas fiscais anteriores, como forma de proteção aos gestores e de validação dos preços praticados. No entanto, esse mecanismo, embora importante do ponto de vista do controle, acabou gerando novos desafios, especialmente para os artistas locais, que não possuem a mesma inserção no mercado formal e, por consequência, não conseguem apresentar o mesmo histórico documental.
O resultado é um desequilíbrio que precisa ser enfrentado com inteligência, responsabilidade e compromisso com a cultura.
O resultado dessa equação é perverso:
Os artistas locais perdem espaço nas programações, perdem poder de negociação, e, aos poucos, vão sendo empurrados para as margens da própria cultura que ajudaram a construir.
E o mais grave:
Isso acontece dentro de eventos que têm como base justamente a identidade cultural local, como é o caso do São João.
E é preciso deixar algo muito claro:
O problema não é a diversidade musical. O problema é quando a lógica de mercado se sobrepõe à lógica cultural.
Foi a partir dessa inquietação que começamos a construir uma proposta baseada no novo Marco Regulatório do Fomento à Cultura, que traz uma mudança importante:
A lógica deixa de ser apenas comprovação de preço de mercado e passa a considerar a natureza cultural do objeto.
Ou seja:
Arte não é mercadoria comum.
Arte é expressão cultural.
E precisa ser tratada como tal.
E quando falamos de arte, estamos falando de todas as artes. Música, teatro, dança, circo, audiovisual, literatura, cultura popular, Cultura Urbana e inclusiva. Todas precisam ser reconhecidas, valoradas e valorizadas.
Porque não existe hierarquia entre linguagens quando o que está em jogo é identidade cultural.
A proposta que está sendo construída parte de um princípio simples e poderoso:
Substituir a dependência exclusiva de notas fiscais, por um modelo de valoração baseado em critérios objetivos.
Entre eles:
Tempo de carreira,
Relevância cultural.
Produção artística,
Circulação,
Reconhecimento,
Complexidade do espetáculo,
Porte da equipe,
Alcance de público
A partir disso, cria-se um sistema de categorias com parâmetros referenciais.
Não se trata de tabelar arte.
Não se trata de engessar a gestão.
Trata-se de dar equilíbrio.
Dar previsibilidade ao gestor.
Dar dignidade ao artista.
E dar coerência à política cultural.
Esse modelo dialoga diretamente com a Procuradoria do Estado e com o Tribunal de Contas, porque cria critérios claros, justificáveis e transparentes.
Reduz subjetividade.
Reduz risco.
E fortalece a tomada de decisão.
O papel do Estado?
E aqui está o ponto central:
Se o mercado não valoriza, o Estado precisa assumir o papel de referência.
Não como distorção, mas como política pública.
Porque é preciso lembrar:
A gestão pública não é empresária artística — é agente de fomento e valorização da cultura local.
Foi dentro dessa visão que surge a proposta de uma “Política Estadual de Referência, Valoração e Governança das Contratações Artísticas e Culturais”.
Um nome enorme de uma política estruturante. Necessária. E absolutamente alinhada com o nosso tempo.
No fundo, o que estamos discutindo não é apenas contratação.
Estamos discutindo identidade.
Estamos discutindo quem somos e o que queremos continuar sendo.
Porque quando o artista deixa de existir, a cultura enfraquece.
E quando a cultura enfraquece, o povo perde referência.
Por isso, valorizar o artista não é um gesto de apoio.
É um ato de responsabilidade.
Responsabilidade com a cultura.
Com a história.
E com o futuro.
Porque no fim das contas, minha gente boa,
Toda arte precisa ser valorada e valorizada.
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Frase do Dia
“Escrever é o mais prazeroso dos trabalhos, e o mais trabalhoso dos prazeres; a coisa mais gostosa que uma pessoa pode fazer vestida”. Washigton Olivetto, publicitário.