Mortes entre eles:bolsonaristas descobrem que não são imunes COVID-19

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“O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.

A imprensa nacional vem divulgando diversos casos de pessoas mortas pelo coronavírus que tiveram suas consciências manipuladas e não aceitaram as medidas de prevenção, até mesmo o simples uso de uma máscara, já que o ídolo maior, Jair Bolsonaro disse que se trata apenas de uma gripezinha. Um caso que ganhou repercussão nacional foi a morte, no último domingo, 17, de um professor em Maceió, que participou de um ato pró-Bolsonaro sem máscara. Matéria aqui. Outro foi de um vereador de Belém que defendia a abertura do comércio e apoiava o presidente de que era uma gripezinha e mudou de posição após perder o pai para a COVID-19. “Será que estamos idolatrando um homem e esquecendo o amor pelo próximo?” Já terça-feira, 19, um deputado bolsonarista ferrenho morreu de COVID-19 mesmo usando a tão propalada cloroquina. Matéria aqui.

Ou seja, os seguidores do “mito” estão descobrindo que podem morrer de uma “gripezinha” tarde demais.

O leitor questiona: mas é uma pandemia, as mortes vão ocorrer?

 Sim, caro leitor, mas se o Brasil tivesse um presidente que respeitasse e defendesse o isolamento social, e não estimulasse as pessoas a saírem para às ruas, as mortes seriam em um número menor.

Infelizmente, alguns só vão se dar conta que não é uma gripezinha quando a COVID-19 bater na sua porta, atingir mortalmente algum familiar ou amigo próximo. Aí será tarde demais, restará apenas mudar de posição e pedir perdão a Deus.

E aí? Tem que ter compaixão?

Já escreveu André Comte-Sponville: “a compaixão é a simpatia na dor ou na tristeza, em outras palavras, é participar do sentimento do outro.” Seria demagógico o titular deste espaço escrever que tem compaixão dos mortos que seguiram a orientação do “mito” deles?

Não, não é demagógico ter compaixão de consciências manipuladas que não só perderam suas vidas, mas, com certeza, levaram dezenas de outras pessoas a pegarem o coronavírus e algumas também faleceram.

Então fica assim: é preciso compaixão para os bolsonaristas que morreram porque foram para aglomerações em atos em defesa do “mito” e não usaram máscaras ao lado de dezenas de participantes. E compaixão para o empresário Junior Durski, dono do Madeiro, que bradou que “o Brasil não pode parar por 5 ou 7 mil mortes?”

Aliás, para Bolsonaro não é uma pandemia e sim uma “gripezinha”.

A “gripezinha” do presidente genocida já matou 20 mil brasileiros. Que Deus tenha piedade das consciências manipuladas.

Blog retorna na segunda-feira, 23  Devido a antecipação do feriado estadual de 8 de Julho, Emancipação Política de Sergipe, para esta sexta-feira, 22, o blog só retornar a ser atualizado na segunda-feira, 25.

Das quatro torres de vigia: parece que não aprenderam com o passado recente De 2018 para cá, uma operação abalou os porões de uma área importante num reino. Ontem, 20, quatro torres de vigia se reuniram para “decidir” algo que está por vir. Os valores altos já despertaram a fiscalização dos fiscais do reino, inclusive decifrando o código: MNCSVNP. Ou seja, os porões do poder estão nus. Todo cuidado para as quatro torres não ruírem de uma vez…

Quem vai fiscalizar? Quem será punido? Obra de rodovia se arrasta há 7 anos e cratera é aberta antes da conclusão. Já custou R$ 58 milhões E ontem, 20, vários meios de comunicação mostraram fotos e vídeos da cratera aberta na rodovia SE 255 que deve ligar Itaporanga/Itabaiana e que interligará à BR-101 na altura do povoado Aningas, em São Cristóvão. As chuvas abriram uma cratera onde colocaram por baixo da rodovia manilhas não muito grandes, certamente porque passava pelo local um braço de algum riacho. As fotos mostram tudo. A obra, em 53 km de extensão, não foi concluída ainda e custou até o momento custou cerca de R$ 58 milhões do Proinvest, isto mesmo, deixada ainda pelo saudoso Déda. Quem vai fiscalizar? Quem será punido?

Deso: não há risco de rompimento da Barragem do Poxim A Companhia de Saneamento de Sergipe – DESO vem a público informar que não há risco de rompimento da estrutura da Barragem do Poxim. Ela passa por constantes vistorias de auditores independentes que atestam sua integridade estrutural e que a mesma foi concebida para operar em períodos de chuvas e cheias, como o atual, cumprindo com a sua principal função que é a acumulação de água, mas também colaborando com o represamento  de águas da chuva que poderiam agravar o quadro de alagamentos em pontos da região metropolitana de Aracaju. No momento, a Barragem do Poxim está com 99% de sua capacidade e deverá verter como vem ocorrendo nos últimos anos. A água que sai quando a barragem verte não causa inundação. As inundações acontecem quando o volume de chuvas é elevado somado ao momento que a maré está alta.O diálogo entre a DESO, SEDURBS e as entidades de Defesa Civil do Estado e Municípios é constante, e temos desses órgãos o reconhecimento de que sem a Barragem do Poxim, as cheias que afligem parte da população às margens do Rio Poxim seriam mais recorrentes e de maior gravidade.

Laranjeiras: prefeitura montou força tarefa para atender desabrigados pela enchente Ontem, 20, por volta de 4 horas da manhã, uma área do município de Laranjeiras foi afetada  por uma enchente que provocou vários prejuízos para a população.Diante disso, a Prefeitura Municipal de Laranjeiras entrou em ação imediatamente, disponibilizando escolas para as pessoas desabrigadas. Durante todo dia, o Prefeito Paulão da Varzinhas, juntamente com uma equipe da Defesa Civil do Estado, Corpo de bombeiro, Secretários Municipais e Assessores, visitaram áreas afetadas pela enchente.

Cadastramento Ontem mesmo algumas residências receberam a visita de técnicas da Assistência Social, foram feito cadastros e entrega dos Kits Higiene (Sabão em pó, detergente, água sanitária, papel higiênico e sabão em pedra) e Kit COVID (5 máscaras de tecido, álcool 70 e hipoclorito). Hoje, a Prefeitura continua com as visitas para continuar dando a assistência necessária para todas as famílias afetadas.

E se a Caixa estivesse hoje privatizada? Como ficaria a população carente com o auxílio emergencial? Já pensou se a Caixa estivesse privatizada como queriam alguns do atual governo? Como a população carente seria atendida, já que os bancos privados só pensam nos lucros em cima dos lucros. A prova é que nenhum banco privado está atendendo. O aplicativo é pela Caixa, mas todos dados cadastrais, inclusive a aprovação, é de responsabilidade da Dataprev. Quem assumiria também a ajuda financeira ao lado do BB para as ME e MEI? Assumindo o risco de insolvência e inadimplência sozinhos. Se fosse privado assumiria? A verdade é como disse um amigo funcionário da Caixa: bancos públicos são controladores do excesso dos banqueiros privados e precisa também garantir retorno do capital investido ou irá à falência, só com um detalhe: os lucros da Caixa e do BB voltam para os cofres públicos. E os privados? A verdade é que a pandemia mostra a certeza que o estado mínimo não atende a população brasileira.

Abril Azul Em sessão remota, a Assembleia Legislativa aprovou ontem, 20, o Projeto de Lei nº 162/2019, de autoria do deputado estadual Luciano Pimentel, que institui em Sergipe o “Abril Azul”, um mês dedicado à promoção das ações da campanha de conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). O PL visa ampliar a compreensão e o conhecimento acerca do autismo no Estado. Excelente iniciativa!

Ações No texto do projeto fica estabelecida a utilização de iluminação em azul e a aplicação do símbolo da campanha nas edificações públicas estaduais, inclusive no prédio da Assembleia. De acordo com a propositura, as ações do Abril Azul poderão contar com a cooperação da iniciativa privada e de entidades civis, organizações profissionais e científicas. Com a aprovação na Alese, o PL segue para sanção do Governo de Sergipe.

Falta de informação “Uma das principais barreiras impostas aos autistas é, sem dúvidas, a falta de informação sobre o transtorno e o preconceito que esse desconhecimento gera. É por essa razão que campanhas de conscientização são importantes para inserir o autismo nas pautas da sociedade. Fazer comque as pessoas compreendam as particularidades do TEA e possam incluir, de fato, o autista nas diversas esferas sociais”, ressaltou Luciano Pimentel.

Poço Verde e os recursos para saúde Durante o “Jornal do Meio” apresentado na rádio Poço Verde FM, o senador Rogério Carvallho, PT, foi questionado quando ele colocou alguma emenda para o município, tanto como deputado federal e agora, como senador. Ele foi para lá, para cá e lembrou das ações quando secretário de saúde e recentemente destinou um trato para uma associação. Ele esqueceu de dizer que para construir a clínica de saúde em Poço Verde foi necessário um convênio na época com o então prefeito Toinho de Dorinha. O município precisa de investimentos na agricultura, na educação e com a atual realidade necessita muitos de recursos para aplicar na saúde.

Itaporanga d´Ajuda: concorrência para serviços de engenharia para manutenção e reparo Em tempos de pandemia, uma concorrência interessante para as empresas da construção civil que estão passando por aperto. A Prefeitura de Itaporanga d` Ajuda publicou ontem, 20, no DO de Sergipe, o extrato do aviso de licitação para a concorrência 04/2020 para contratação de serviços de engenharia para manutenção e reparo de diversos itens nos prédios públicos e logradouros do município. O recebimento das propostas é até o dia 25, próxima segunda-feira, e o valor máximo da proposta R$ 588 mil. Mais informações em: www.itaporanga.se.gov.br ou pelo e-mail: licitação@itaporanga.se.gov.br

Imperador do turismo Deu no site 93 Notícias: A crise ocasionada pela pandemia do covid-19 vem afetando todos os setores da economia mundial e em Sergipe não é diferente. O turismo amarga o pior período da sua história com aeroportos virando estacionamento de aeronaves, hotéis mofando e restaurantes trabalhando apenas por delivery para tentar sobreviver. Enquanto isso, o diretor presidente da Empresa Sergipana de Turismo (Emsetur), Júlio César Gomes Barbosa, recebe quase R$ 33 mil mensais, recebendo o status de imperador do turismo sergipano. Toda matéria aqui.

Asfalto cede e trecho é parcialmente interditado na BR-101, em Cristinápolis/SE A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Sergipe informa a interdição parcial no fluxo de veículos no km 202 da BR-101, em Cristinápolis/SE, próximo a divisa do estado com a Bahia. A iniciativa ocorre para garantir a segurança após erosão na pista provocada pelas fortes chuvas na região. Equipes da PRF e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) estão orientando o trânsito e fazendo a sinalização no local, na modalidade “Pare e Siga”, apenas para veículos leves. O Dnit já iniciou obras para a recompor o pavimento e  construção de um desvio. Após a finalização do desvio, os veículos pesados estarão autorizados para tráfego. A recomendação da PRF é que os usuários procurem pontos de apoio para pernoite e evitem pegar a estrada.

Atuação dos anestesistas na pandemia O presidente da Sociedade de Anestesiologia do Estado de Sergipe (Saese) e da Cooperativa dos Anestesiologistas de Sergipe (Coopanest), Milton Simões, sobre a atuação dos anestesistas nesse período da pandemia da Covid-19. De acordo com Dr. Milton Simões, com a chegada da pandemia todos vivem um período turbulento em todos os sentidos, que vem prejudicando a população e preocupando principalmente os profissionais da saúde. “Infelizmente, os profissionais da saúde estão na linha de frente e percebemos que o vírus continua infectando um número alto de pessoas. Ainda estamos na fase crescente de contaminação e muitos casos são destes profissionais. Nós, anestesistas, atuamos muito mais nesse período com as cirurgias de urgências, pois aquelas cirurgias eletivas que podem ser aguardadas nós evitamos desde o início da pandemia”, explicou.

Atuação dos anestesistas na pandemia II “O que temos percebido é que os pacientes cirúrgicos de urgência também estão chegando com teste positivo de Covid-19. Então, não é só um paciente cirúrgico que vai ser operado, vai para a enfermaria e depois vai para casa. Esse paciente, muitas vezes, já está contaminado, ou se contamina dentro do hospital ou já vem contaminado na rua. Por isso, é preciso ter muito cuidado com os profissionais de saúde. Os anestesistas não vão conseguir dar conta com tantos procedimentos de urgência. Faço até uma alerta às pessoas para terem um pouco mais de cautela ao ir ao hospital, ao sair de casa. Mais cautela em relação ao trauma, para diminuir o movimento dentro do centro cirúrgico, pois a contaminação em geral já está ocorrendo”, destacou Dr. Milton.

EPIs Dr. Milton afirmou ainda que umas das maiores preocupações dos anestesiologistas é com os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). “Os EPIs são muito importantes para os profissionais, principalmente para nós anestesistas, que estamos diretamente envolvidos com as vias aéreas do paciente. Em grande parte das cirurgias de urgência e emergência temos grande chance de ter contato direto com aerossóis, que são quando os pacientes colocam em suspensão no ar partículas do vírus junto com gotículas de saliva, seja num movimento de intubação traqueal ou em outro procedimento durante a cirurgia, colocando em risco os profissionais de saúde. Os EPIs são de extrema importância e a maioria deles são descartáveis, então é um grande custo e um gasto imenso. Sabemos que estão em escassez no mercado, mas não podemos expor os profissionais ao risco”, destacou Milton.

Ações da Coopanest De acordo com Milton, a Coopanest vem realizando ações para colaborar com os profissionais nesse período de pandemia. “Fomos parceiros em campanhas de doação para arrecadação de EPIs. E como Cooperativa temos tentado ajudar os profissionais da melhor forma. Nesse momento de pico da doença é que o profissional está em maior risco e a Cooperativa tem feito nos últimos dois meses alguns rodízios de profissionais em escala de plantão para evitar a contaminação em massa. Realizamos uma triagem para identificar colegas que estão contaminados, afastando estes profissionais para diminuir os riscos de contaminação nos hospitais”, salientou.

PELO ZAP DO BLOG CLÁUDIO NUNES – (79) 99890 2018

Banese: crise administrando crise De alguns baneseanos: “No Banese quem administra a crise? A própria crise. Recentemente a agência do Banese em frente ao Shopping Jardins foi interditada por apresentar um dos seus funcionários com o diagnostico de COVID-19. A abertura quase que imediata da agência levanta suspeitas se existiu o procedimento de assepsia do ambiente e se houve testagem dos colegas daquela agência. Todos os funcionários devem ter tido contato com o colega portador do coronavírus. Como trata os protocolos, todos deveriam estar em quarentena, ou não? Será que a saúde dos funcionários e dos clientes está sendo preservada nas agências do Banese. Doações como se tem orgulhado na mídia a obscura diretoria do banco não esconde a fragilidade na condução do combate a proliferação do vírus dentro de suas instalações. Não é nenhuma surpresa, diversas ingerências da atual administração do Banese foram denunciadas. Diante do alto risco de contaminação, como está sendo administrada essa contingência? De que forma estão sendo distribuídos os EPI`s a serem utilizados pelos funcionários, assim como, quem são e em que momento estão sendo submetidos aos testes de COVID-19? No caso da agência citada, o tempo de abertura é surpreendente. Caso a ser investigado. Devemos considerar, sim, a aquisição em larga escala desses equipamentos de proteção, contratos de empresas de limpeza e produtos de higienização pois são despesas elevadas e sua aplicação deve seguir protocolos. Os funcionários como todos os que frequentam as agências do Banese devem ter a devida proteção a integridade física. Esperamos que os clientes não temam ir às agências do Banco do Estado de Sergipe. Essa é uma missão da trágica direção do Banese frente a tragédia mundial da pandemia.”

Supermercados não comercializam só comida. Não cumprem decreto. Cadê a Fecomércio? De um leitor atento: “Se o decreto governamental proíbe a comercialização de lojas de eletrodomésticos, cama, mesa e banho, brinquedo, material escolar, roupas e sapatos, celular, além de outros produtos, a pergunta é: por que os supermercados a exemplo de Extra, GBarbosa, Bompreço, além de outros, estão autorizados a comercializar o esse mesmos produtos? Para cumprirem o decreto têm que isolar áreas de eletrodomésticos, roupas, brinquedos, entre outros. Ou não? Assim, qualquer loja pode começar a vender alimentos para permanecer aberta e continuar vendendo o que sempre vendeu? O dono da Havan – que só vendia utilidade para o lar – resolveu vender feijão, arroz e outros alimentos para burlar o isolamento e o caso parou na Justiça. O objetivo deste texto não é crucificar ninguém e nem fazer qualquer tipo de discriminação sobre um comércio ou outro, de quem pode e de quem não pode vender seus produtos ou mercadorias. Apenas mostrar a incoerência, que prejudica os pequenos e médios empresários. Não é justo que o pequeno comerciante esteja proibido de vender seus produtos, enquanto os grandes conglomerados estão totalmente livre, causando um grande desequilíbrio no setor. Se o governo liberou as redes de supermercados para que pudessem vender alimentos, que os outros setores sejam urgentemente interditados dentro das lojas, não criando um desequilíbrio no setor comercial, onde alguns grupos são beneficiados e outros comerciantes prejudicados. O governo estadual precisa rever essa posição. É preciso também que a Fecomércio se posicione para que não deixe a impressão que só olha para os grandes empresários.”


LIVES SERGIPE – É SÓ ENVIAR PARA DIVULGAR NESTE ESPAÇO

Live SOMESE, no próximo sábado, 23: Tratar o COVID-19 “precocemente” é um risco ou prevenção? Vamos apresentar questionamentos sobre estudos e pesquisas sobre esta questão em nossa live do dia 23/05. O nosso convidado será o Dr. Florentino Cardoso.23/05 às 10h neste link:
https://instagram.com/somese?igshid=125uvyzk0n643

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

           

 

 

 

 






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ARTIGO

Um galo para Esculápio e cicuta para o povo (Paulo Costa Neto)

“Críton, exclamou, devemos um galo a Esculápio”

No diálogo Fédon, Platão narra os últimos dias de Sócrates após a sua condenação à morte pelo tribunal de Atenas pelo crime hediondo do simples ato de filosofar e de influenciar os jovens . Hoje , abstraindo- se o fato de Sócrates ter sido um filósofo , influenciar jovens é o “crime” dos influenciadores digitais.

Mas , voltando ao diálogo Fédon , a morte de Sócrates é o desfecho de todo o enredo platônico . E, após sorver o cálice de cicuta (veneno) , e aguardar os momentos finais, Sócrates profere a frase mais emblemática do diálogo: “Críton, exclamou , devemos um galo a Esculápio”. Mas o que significa de fato essa frase? A despeito de todo o conteúdo metafórico dos diálogos de Platão, a frase socrática é bem direta e objetiva.

Esculápio era o Deus da medicina e Sócrates pedia a Críton que oferecesse esse sacrifício (o galo) em retribuição pelo dom da vida. Sócrates não considerou justo o seu julgamento , mas aceitou sabiamente a sua pena.

Mas o que essa frase socrática pode nos trazer de ensinamento nos dias de pandemia de coronavíruss? Esculápio afinal era um mito e como todo mito deve estar relegado a simbologia que ele representa. A medicina, da Grécia antiga aos dias atuais, também se libertou dos mitos para se tornar uma ciência.

O nosso “mito presidente” não é um mito na verdadeira acepção da palavra, apenas um mitômano assumido. Que renega a medicina, a ciência e o dom da vida em nome da economia. Que demite dois ministros da saúde em plena pandemia por não aceitar seus palpites insanos sobre o uso de um medicamento repleto de efeitos colaterais e sem a devida comprovação científica no tratamento do COVID-19.

Os ex-ministros da saúde deram ouvidos a ciência e foram defenestrados do governo. Um defendia o isolamento social e era contrário ao uso indiscriminado da cloroquina. O segundo após constatar in loco (em Manaus) os efeitos da cloroquina, mudou de opinião contrariando o “mito”.

Os dois tinham uma reputação a zelar e não aceitaram a interferência desastrosa do presidente na área da saúde. Na coletiva de despedida os dois defenderam a medicina e por isso mesmo ofereceram um galo a Esculápio. Já o “mito”, além do passeio de jet sky e das aglomerações pedindo a volta da ditadura e o fechamento do STF e do Congresso, oferece ao povo a cicuta (veneno).

PELO TWITTER

www.twitter.com/BlogClaudioNun  Lula: “ainda bem” que o “monstro” do coronavírus surgiu.

Bolsonaro: “Quem for de direita toma cloroquina, de esquerda toma Tubaína”.

Pobre do Brasil dividido entre um ex-presidente e um presidente q não têm o mínimo de discernimento e respeito ao Ser Humano.Mandem os 2 para…

www.twitter.com/BrenoGaribalde Em resposta a @BlogClaudioNun
Polarizam até o que é “impolarizável”.

www.twitter.com/AntonioSamarone ISOLAMENTO SOCIAL OU CLOROQUINA?
http://93noticias.com.br/noticia/49124/isolamento-social-ou-cloroquina-por-antonio-samarone



www.twitter.com/leandraleal Eu aqui torcendo pela remota possibilidade de ver esse asno fora da presidência e as pessoas brigando por quem hipoteticamente o substituiria. Parabéns pela autoestima, gente.


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Frase do Dia
“Garcin: o inferno são os outros.” Sartre, 1944.

 

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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