Ganhamos Competitividade ao Investirmos em Educação

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Por meio do Movimento A Indústria pela Educação o Sistema Federação das Indústrias (Sistema FIESC) planeja qualificar 795 mil trabalhadores industriais até 2014. A cerimônia de lançamento foi realizada em Florianópolis nesta sexta-feira (28). O Movimento tem dois pilares: investir na ampliação da oferta de programas de educação e incentivar empresas de Santa Catarina a destinar maior atenção a ações voltadas para a área. A intenção é mostrar os ganhos de competitividade que podem ser obtidos a partir da melhoria dos níveis de formação. Para contribuir com a melhoria do quadro educacional do Estado, SESI, SENAI e IEL – entidades integrantes do Sistema FIESC – pretendem ampliar a oferta de serviços nas área. A previsão é de registrar 795 mil matrículas entre 2012 e 2014, relacionadas principalmente à formação básica, continuada e técnica dos trabalhadores da indústria. Serão investidos R$ 330 milhões no período. O presidente do Sistema FIESC, Glauco José Côrte, afirmou que a educação é a saída para auxiliar a indústria a ser mais competitiva. `Temos certeza que vamos contar com o apoio e a adesão firme do setor industrial para melhorarmos a competitividade do setor`, disse, destacando que apenas 7% dos jovens entre 15 e 19 anos frequentam cursos de educação profissional. Segundo pesquisa realizada em 2011 pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o problema da falta de trabalhadores qualificados – seja por educação básica ou por formação profissional – afeta 69% das empresas do país. Além de gerar dificuldades de contratação, essa questão também afeta a capacidade das empresas brasileiras de enfrentar seus concorrentes internacionais. Segundo estudo realizado pela consultoria John Snow Brasil, é de 54% a diferença de produtividade entre os trabalhadores que possuem dois anos de escolaridade e os de cinco anos. `Vamos oferecer quase 200 modalidades de cursos e assumo o compromisso de estruturar as capacitações que a indústria precisar, caso não as tenhamos. Precisamos encher as salas de aula. Necessitamos que a indústria nos ajude a incentivar os jovens e os coloquem à disposição para estudar. Nós vamos qualificá-los`, reafirmou ele. O Movimento tem dois pilares: investir na ampliação da oferta de programas de educação e incentivar empresas de Santa Catarina a destinar maior atenção a ações voltadas para a área. A intenção é mostrar os ganhos de competitividade que podem ser obtidos a partir da melhoria dos níveis de formação. `A educação é o grande desafio da sociedade. A ação da Federação é um reforço grande à abertura de novos caminhos. O Movimento ajuda muito o governo e o Estado de Santa Catarina a fazer as transformações necessárias, declarou o governador Raimundo Colombo. ( FONTE G1 GLOBO.COM – 30/09/2012 – RIO DE JANEIRO, RJ )

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