O “peido de velha”de Bolsonaro com o golpe anunciado p/ 7 de setembro

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                                                              Blog Cláudio Nunes: a serviço da verdade e da justiça
                         “O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.


Peido de velha: espécie de pequeno artefato (bombinha) de São João, de formato triangular, bastante popular no Nordeste (a definição está no Dicionário do Nordeste 12 mil palavras e locuções – Edição Kindle/Amazon, 2021), do Jornalista, dicionarista e professor, Fred Navarro, e serve muito bem para resumir o devaneio do pseudo golpista Bolsonaro para este 07 de Setembro.

O barulho que Bolsonaro fez com suas declarações foi muito, mas na hora “h” será apenas um pipoquinho de um peido de velha.

Desesperado, Bolsonaro conclamou os arruaceiros, a boiada anestesiada para tentar um golpe anunciado que não tem apoio de grande parte da população, das forças armadas e do último reduto que caiu dele: as elites dirigentes da economia que não aguentam mais os índices e a inflação que começa a ficar descontrolada aliada às ações nefastas do homem que deveria ser o presidente da República.

Bolsonaro, que nunca leu um livro, não tem noção do que é o valor da democracia e muito menos de respeito à Constituição.

O 07 de Setembro não será uma batalha sangrenta como deseja o sanguinário Bolsonaro. A maioria dos Brasileiros é contra, como bem escreveu Eliane Cantanhêde, ontem, 05, no Estadão:

“…O mais triste é como um presidente que não governa, não tem programa, erra tudo na pandemia, não dá a mínima para a crise hídrica e só destrói, sem construir, consegue surrupiar a bandeira nacional, o verde e amarelo e a racionalidade de tantos inocentes úteis para atacar o Supremo, pilar da democracia, e endeusar a ele próprio, líder da desordem, do caos, da violência, da enganação. Bolsonaro quer o 7/09 para dizer que o ‘povo’ está com ele, mas 2/3 são contra…

O 07 de Setembro de 2021 passará para a história, não como o dia do golpe como Bolsonaro e seus seguidores desejam, mas como o dia que o presidente envergonhou o Brasil e iniciou-se o impeachment para tirar de uma vez do cargo um maníaco oportunista que só sabe dialogar ameaçando a democracia com armas.


Presidente do TJSE defende a necessidade de definição dos marcos territoriais, e não temporais. Para ele decidir hoje, o marco temporal para garantir o direito à terra, se os povos indígenas estivessem sobre sua posse até o dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição é um desencontro com a história  O Desembargador Edson Ulisses de Melo, Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe, destacou que os povos Indígenas obtiveram, na Constituição de 1988, grande avanço em relação aos seus direitos. No capítulo VIII, específico da CF, a partir do artigo 231 consagrou-se o respeito à sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam, competindo à União demarcá-las, proteger e fazer respeitar todos os seus bens.

Marcos territoriais Segundo ele, sendo bens da união, inalienáveis, os índios têm direito ao uso da terra e dos bens existentes e nela produzidos. Por outro lado, nos últimos anos, o direito à demarcação das terras indígenas estagnou o que tem provocado verdadeira inquietação dos povos indígenas. “É urgente a necessidade de se definir os marcos territoriais, e não temporais, pois, quando outros povos aqui chegaram, a exemplo dos europeus, os indígenas brasileiros já ocupavam e exploravam suas terras em todo Brasil”, concluiu.

Desencontro com a história Para Edson Ulisses de Melo, definir, hoje, o marco temporal para garantir o direito à terra, se os povos indígenas estivessem sobre sua posse até o dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição, é um desencontro com a história, pois, ao longo dos séculos muitas tribos indígenas foram dizimadas ou simplesmente expulsas de suas terras por inescrupulosos. Algumas retornaram após muitas lutas que custaram a própria vida desses povos.

Língua indígena como a segunda língua no país Convém destacar, ainda, não admitir a língua indígena como uma segunda língua no país é mais um ato de segregação da raça indígena e um modo de atentar contra a sua continuidade, da mesma forma quanto a suas artes e cultura.  O desembargador Edson Ulisses é descendente do povo indígena Xocós.

Prefeito de Umbaúba participa de inauguração de creche em Itabaianinha. Quando vai inaugurar a creche em Umbaúba? Questionamento dos moradores nas redes sociais.

 


Umbaúba: nas redes sociais moradores criticam prefeito que à frente da Prefeitura há seis anos não concluiu uma creche, mas vai para inauguração em município vizinho para tentar eleger o irmão deputado O prefeito de Umbaúba, conhecido por Humberto Maravilha, nos últimos dias recebeu várias criticas nas redes sociais. Ele tem seis anos à frente da Prefeitura e não conseguiu acabar uma creche que recebeu com 85% das obras executadas. Porém, só vive agora nos outros municípios da região, a exemplo de Itabaianinha, participando de inaugurações e levando a tiracolo o irmão, Pato Maravilha, que tenta emplacar como candidato a deputado estadual. De “maravilha” o gesto não tem nada, se depender dos moradores nas redes sociais está mais  para um desprezível gestor…

 

 

 

 

 

 



Lagarto: MP recebe denúncia com lista enorme de servidores com contratos temporários na Prefeitura E nos grupos de WhatsApp da Região Centro Sul de Sergipe foi divulgada uma enorme lista de servidores com contratos temporários na Prefeitura de Lagarto mais precisamente na Secretária de Educação. Segundo as informações, a lista faz parte de uma denúncia enviada ao Ministério Público para investigação já que a quantidade de servidores não cabe nas escolas municipais. O blog foi informado que uma ação popular foi impetrada para proibir contratações sem concurso público. A lista divulgada nos grupos:Servidores temporários. Educação. Julho de 2021


Capela completa cinco meses sem um homicídio na cidade E pelo twitter oficial, a Secretaria da Segurança Pública de Sergipe – SSP/SE comemorou que no município de Capela, no último sábado, 04, está há cinco meses sem qualquer registro de homicídios na cidade. “A parceria com a população e o empenho dos nossos servidores são estratégicos.” Parabéns a todos que fazem o trabalho da SSP na cidade na pessoa do delegado Wanderson Bastos, um grande cidadão.


Visitas no Baixo São Francisco O deputado federal Laércio Oliveira deu prosseguimento a sua agenda pelo interior do Estado, onde tem mantido diálogo com prefeitos, lideranças locais e moradores. Em Ilha das Flores, ao lado do governador Belivaldo Chagas, deputados estaduais, federais, prefeitos da região do Baixo São Francisco e secretários, ele participou da entrega de 90 toneladas de sementes de arroz para 1.020 famílias, um investimento do Governo do Estado em mais de R$ 438 mil.


Potencialidades Continuando a agenda, o parlamentar esteve em Santana do São Francisco, onde foi recebido pelo prefeito Ricardo Roriz e a primeira dama, Renata. Além de tratarem sobre emendas parlamentares e o cenário político atual, também foi discutido as potencialidades do município, que tem a cerâmica como uma das principais atividades econômicas. Laércio sempre apoiou o município com ações na área da saúde, reforma de escolas, compra de caminhão e outros veículos, além de pavimentação, em um total de R$ mais de 1,8 milhões em emendas desde o início do seu mandato.

 

Titulo de cidadania Chegando em Japoatã, Laércio Oliveira se reuniu com o prefeito Cláudio Dinísio, o vereador Romário, secretários municipais e as lideranças que o acompanham no município, como o ex-vereador Rafael Almeida e o ex-prefeito Telmo Guimarães. Laércio falou sobre sua ação política à frente da Lei do Gás e reafirmou seu desejo de ser o escolhido do agrupamento para o mandato de governador. Ele também discutiu recursos para o município. À noite, ele foi agraciado com o título de cidadão japoatãnense, como uma das personalidades que mais têm contribuído para o desenvolvimento da cidade.

 

 

PELO ZAP DO BLOG CLÁUDIO NUNES – (79) 99890 2018

Maternidade e Objetivação: desafios enfrentados pelas mulheres Tanto quanto a idealização da mulher com o corpo sarado o estigma da mulher mãe, (símbolo da ascensão máxima do feminino), também gera frustrações e inúmeros problemas psicológicos nas mulheres, além de ser abordado por uma perspectiva quase sempre romântica demais. Para comentar o assunto convidamos a @quimicademae para dividir conosco novos pontos de vista sobre a maternidade.

 

 

EVENTOS ONLINE – É SÓ ENVIAR PARA DIVULGAR NESTE ESPAÇO



     

Live hoje, 06: Senador Alessandro Vieira dialogará com o Movimento 07 de Setembro de Paz Fruto de uma reflexão pessoal do Advogado Adir Machado, nasceu o Movimento 07 de Setembro pela Paz, um movimento que tem o objetivo de conclamar a sociedade sergipana e brasileira a refletir sobre a necessidade de não permitir que o verdadeiro patriotismo seja contaminado pela irracionalidade do radicalismo ideológico e partidário. Pouco a pouco, o Movimento 07 de Setembro de Paz vem ganhando força e convencendo personagens do cenário político sergipano e nacional a apoiar essa ideia, no sentido de uma verdadeira somação de esforços, levando à sociedade a mensagem que celebra a Paz como caminho para alcançarmos a pacificação do país, criando um ambiente para o debate democrático. Depois dos diálogos com várias frentes que se situam nos polos do debate nacional, o Movimento se sente honrado em conversar com o Senador Alessandro Vieira (Cidadania), que é pré candidato à Presidência da República, propondo uma terceira via. A live será transmitida pelo Instagram do Advogado Adir Machado às 18h30 perfil (@professoradirmachado). Não perca a live e não deixe de participar do Movimento 07 de Setembro pela Paz! Junte-se a nós, e venha caminhar/pedalar conosco no Calçadão da 13 de Julho as 08:00, pedindo pela pacificação do nosso país!

 

 

 

 



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OPINIÃO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quase Memória – Lídio da Cocada. Por Antônio Samarone, médico sanitarista.

http://blogdesamarone.blogspot.com/


Um senhor franzino, baixinho, pele alva, com um sorriso permanente, fazia em voz alta o seu reclame: “ela é gostosa, saborosa, uma delícia.” Esse pequeno empreendedor era Lídio dos Santos, vendendo as cocadas que ele mesmo produzia.

Lembro-me de Lídio cantando em versos, pelas ruas do Aracaju:

“Sou vendedor de cocada/ Gritando todo o santo dia/ Tem da branca e da preta/ Alô, como vai, dona Maria.”

“Eu trabalho para comer/ Pra de fome não morrer/ O trabalho é grandeza/ O preguiçoso vai sofrer.”

“Amigo falar é fôlego/ Realizar é uma dureza/ Bom mesmo é ter saúde/ E muita comida na mesa.”

Lídio dos Santos nasceu em São Brás, nas Alagoas, em 29 de dezembro de 1915. Filho de pataqueiros, seu Marcionilo e Dona Francisca, trabalhadores rurais sem-terra, que viviam de pequenos ganhos em roças alheias. Lídio possuía três irmãs.

Cedo, a família partiu em busca de um ganha pão. Desembarcaram em Propriá, uma vida nova. Foram trabalhar na fábrica de tecidos e a mãe, dona Francisca, passou a vender arroz doce na porta da fábrica. Saíram da pobreza absoluta.

O doutor Moacir descobriu um carroço no pescoço de Dona Francisca, um caso que necessitava de uma intervenção cirúrgica.

Não existia o SUS, mas o doutor fez uma carta para o famoso Augusto Leite, em Aracaju, solicitando a ajuda do colega.
Em 1926, a família partiu no vagão de carga do trem, em busca de socorro em Aracaju. Lídio tinha 11 anos.

Ao receber a carta e examinar a retirante, o Dr. Augusto Leite autorizou o internamento imediato, no recém-criado hospital de Cirurgia. Em duas semanas dona Francisca recebeu alta, operada pelo médico rico e famoso, o melhor de Sergipe, sem custar um centavo.

A medicina ainda era um sacerdócio.

O pai de lídio e as irmãs foram trabalhar na fábrica, Lídio, ainda menor, foi ser ajudante de pescaria, nos mangues do Rio do Sal. Logo cedo, aos 14 anos, Lídio já estava no chão da fábrica, ocupando o valioso posto de operário.

Em 1930, Lídio ingressou na classe operária, salário garantido, seis mil réis por semana. Em pouco tempo, Lídio resolveu trabalhar como autônomo, foi jogar tarrafa no Rio do Sal, ser pescador.

Em 1935, Lídio começou a reunir os pescadores, com a proposta do direito de pescar nos viveiros e salinas da região. A Capitania dos Portos autorizou a pesca nos viveiros, desde que houvesse o consentimento dos proprietários.

Fundaram a primeira Colônia de Pesca de Sergipe, a Colônia Z, em 1933.

Lídio da Cocada, sem nenhuma formação política, sem pertencer a nenhum Partido, passou a ser visto como um agitador político, um comunista.

Aprendeu com a vida a enfrentar as injustiças. Aprendeu a ler sozinho, depois de adulto. Não era ateu, acreditava numa divindade natural (uma heresia). Foi militante da igualdade e da fraternidade entre os homens. Desconfiava das religiões, acreditava no trabalho, na justiça e na vergonha do homem.

Ingressou nas hostes do Partido Comunista Brasileiro (PCB), em 06 de janeiro de 1936.

Dizia Lídio da Cocada:

“Eu me posicionei contra as malandragens do regime capitalista. Isso aqui não tem conserto, porque os magnatas não querem e a nata da população brasileira é escravocrata, aceita passivamente o regime de escravidão.”

“Lamentavelmente, a maioria dos brasileiros só é “valente” no sambódromo e nas arquibancadas dos campos de futebol.”

“Essa sociedade não fede, mas é podre”, “Tudo o que tem nome tem dono”, dizia Lídio em suas conversas com os pescadores.
Lídio da Cocada, foi um militante destemido da liberdade.

Em sua simplicidade, tinha uma visão profunda do mundo:

“Nos, filhos de uma explosão que teria dado origem a vida aqui na Terra, somos apenas sementes do tempo e filhos da natureza. De uma coisa eu tenho certeza, não sou descendente de Adão e Eva.”

Lídio deixou um manuscrito sobre a revolução de 1964, ainda inédito, desconhecido dos historiadores. Lídio tornou-se um “livre pensador”, como ele se definia na velhice, O seu manuscrito é lúcido, sonhador e atual:

“Tenho a pretensão de convocar, através deste livro, o povo brasileiro a não aceitar nunca mais qualquer espécie de golpe militar, venha da direita ou da esquerda. A democracia é a melhor forma de governo.”

Depois do Golpe de 1964, Lídio viveu em completa clandestinidade dentro dos manguezais da grande Aracaju. O seu esconderijo foi ao lado de aratus e caranguejos. Foi caçado ostensivamente pelo exército.

Lídio da Cocada ficou escondido até a anistia. Passou a ditadura dentro dos manguezais e dos rios de Sergipe, camuflado pela lama, para não ser preso pelo crime de lutar pela liberdade.

Lídio para fugir dos calabouços da ditadura, sobreviveu como homem caranguejo, com a complacência e a solidariedade de pescadores e marisqueiras. Isso em Aracaju. Depois fugiu para o Rio de janeiro.

“Eu, Lídio da Cocada, hoje com mais de 88 anos, acredito que só lutando pela paz, poderemos construir um mundo melhor”, diz ele no manuscrito.

Lídio da Cocada faleceu em 02 de junho de 2015, aos 99 anos.

“Sonhei que estava no céu/ Os anjos todos me abraçando/ Seja bem-vindo meu irmão? Deus está lhe esperando.” – Lídio da Cocada.

 

OPINIÃO

DIA DA AMAZÔNIA

5 DE SETEMBRO

QUE ESSA DATA SIRVA DE ALERTA PERMANENTE PARA QUE O BRASIL, O POVO BRASILEIRO, A ONU E A HUMANIDADE PROTEJAM E PRESERVEM A AMAZÔNIA:

PATRIMÔNIO NATURAL DO BRASIL E DO MUNDO.

LEMBRETE DA AMAZÔNIA   Por Clarkson Moura


A exuberante e deslumbrante Amazônia é a região fisiográfica da América do Sul, formada pela bacia hidrográfica do Rio Amazonas e revestida pela maior floresta equatorial do Mundo. Para se ter uma ideia dessa magnitude, basta citar que, na direção norte-sul, ela mede de 2.000 a 2.500 km; na leste-oeste, cerca de 3.000 km. A superfície da bacia encerra uma área de 6.915.000 km², da qual 4.787.000 km² repousam no Território Nacional.

A desordenada e desenfreada ocupação e o deliberado e injusto caos latifundiário da Região já destruíram mais de 1.500.000 km² de floresta virgem, por causa do desmatamento e queimada frequentes e criminosos, do exaustivo extrativismo vegetal e mineral predatórios, bem como da agricultura e pecuária extensivas e devastadoras.

Os indiscriminados e crescentes cortes e queimadas têm sido responsáveis pelo vertiginoso e ascedente percentual de 4 a 6% das emissões globais de carbono para Atmosfera, contribuindo, assim, para o agravamento do maléfico “efeito-estufa”.

A mudança contínua do cenário natural tem reduzido a pluviosidade na Amazônia, devido às decrescentes evapotranspiração e absorção de energia solar realizadas pela vegetação. Assim, há um incremento da drenagem d’água pelos rios. Episódio esse, que acarreta enchentes depois do períodos chuvosos. Esses eventos produzem impactos ainda pouco esclarecidos nos recursos aquíferos.

Pesquisas e estudos especializados acerca dos diversos impactos ambientais na Região, realizados sistematicamente pelas as mais consagradas instituições científicas daqui e do Primeiro Mundo, estatais e privadas, mantidas pelo Poder Público e, predominantemente, pelas notórias Organizações Não Governamentais – ONGs, em parceria com as populações locais, têm ajudado a conhecer mais a monumental Floresta e a implementar e fomentar o tão almejado e racional desenvolvimento socioeconômico da imensa e rica Amazônia de forma sustentável e harmoniosa, com vistas a preservá-la para a atual e as vindouras gerações, em âmbito planetário.

Como é de conhecimento amplo, na abençoada Região, está situado o maior rio do Brasil, o mais caudaloso do Mundo e o segundo em extensão, contendo em torno de duzentos afluentes. O rio Amazonas, após nascer no planalto de La Raya, no Peru, se estende por 7.025 km e alcança, na foz, 30 km de largura.

Oficialmente, atribui-se o descobrimento do Amazonas a Francisco Orellana, que o denominou “rio das amazonas”, em 1542. Conta-se que, ao descer o rio, esse navegador foi atacado por uma tribo indígena, e, então, acreditou tratar-se de mulheres guerreiras que — conforme a Mitologia grega, teriam vindo do Ponto (Ásia Menor) — e escravizavam os homens. Dedicadas à caça e à pesca, amputavam a mama direita (daí o termo “amazonas”, em grego, “sem mamas”), a fim de manejar o arco e a fecha, mais facilmente.

Em tempo, ressalte-se, de bom lembrete, que a Amazônia abriga a maior biodiversidade da Terra.

Por remate, com a palavra, Sua Onipotência Sapiencial, a Besta Apocalíptica, protótipo de ditador, golpista, genocida, democida, ecocida, mitômano, capitão, sargentão, estúpido, incendiário, sanguinário, torturador, truculento, caluniador, difamador, injuriante, beligerante, armamentista, arrogante, racista, fundamentalista, preconceituoso, sadista, eugenista, supremacista, machista, LGBTQIA+ófobo que ousa destruir nosso País.


PELO TWITTER


www.twitter.com/VeraIaconelli Essa história é tão linda.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 




www.twitter.com/ayres_britto

O bocejo aprendeu com o espreguiçamento,
Que aprendeu com a bondade,
A se esticar ao máximo.

www.twitter.com/frednavarro Enquanto o capitão arreganha os dentes e samba sobre o caixão de 600 mil brasileiros, Ciro ataca Lula, que admira Maduro e quer regular a mídia; Dória enfrenta Aécio e Leite; Marina tuíta uma vez por mês do Acre; Moro ganha a vida nos EUA; Mandetta não decola nem no seu partido.

www.twitter.com/gilbertotv Muito me entristece ver parte do povo do meu país sendo massa de manobra de líderes de barro. Líderes que precisam se proteger de uma chuva mais consistente pra não derreterem.

 

 

 

 

 

 

 

 

 




Frase do Dia
“A sorte me acompanha, tenho corpo fechado à inveja, a intriga não me amarra os pés, sou imune ao mau-olhado.” Jorge Amado, conterrâneo de Itabuna (BA).

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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