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Odilon Machado

Professor emérito da Universidade Federal de Sergipe, onde foi chefe do Departamento de Física e Diretor do Centro de Ciências Exatas e Tecnologia. Vem colaborando como articulista com o Jornal de Sergipe, Gazeta de Sergipe, Jornal da Cidade e o Correio de Sergipe. É autor do livro de crônicas “Despercebido, …mas não indiferente”, e outros trabalhos de interesse acadêmico.

Que injustiça dos deuses!

Bolsonaro abandonado, em tantas injustiças dos deuses. Enclausurado em sua residência, está o Ex-Presidente Jair Messias Bolsonaro, sofrendo vil processo condenatório, no qual quatro dos seus cinco juízes, os não tão isentos; Alexandre de…

Qualis rex, talis grex.

Dos meus estudos ginasianos de Latim, resiste ainda na minha biblioteca, a coleção Ludus (Primus, Secundus, Tertius)com o Quartor já perdido, todos de autoria do Padre Milton Valente, S.J., compilação texto utilizada no Colégio Jackson de…

A Sodoma de cada um.

Sirvo-me da 1ª Leitura da Missa do Domingo, o 8º (ou 17º ) do tempo comum do ano Litúrgico da Igreja Católica, para refletir contratempos atuais, onde muitos se querem deuses em contendas expostas e piores, por mal explicadas. Minha…

Cada um com sua infâmia!

Hoje, penúltima semana de Julho, estamos nas vésperas do “tarifaço”, decretado por Donald Trump, o presidente americano. E o país, com tanta coisa a repensar diferente, continua altamente dividido, até nos comentários anônimos nas redes…

A Marcha da Insensatez.

Sirvo-me de um título: “A Marcha Da Insensatez”, de Barbara Tuchman (1912-1987); para enveredar por uma versão diferente da vigente do amplo pensamento dominante na nossa grande imprensa, daqui e de fora.   Tenho de Barbara Tuchman, dois…

Minha cabeça é frágil!

Desde que eu me entendo o Brasil vem querendo brigar com os Estados Unidos. No meu tempo de menino, o maior vilão desse país era o povo Yankee, as multinacionais sendo culpadas de nosso atraso econômico. Depois, quando a agitação cresceu,…

As guerras de cada um.

Nos anos 1960, o menestrel Juca Chaves era famoso. Suas músicas xistosas, risonhas e melodiosas, encantavam a muitos. Uma destas modinhas, engraçada e delicada, glosava a aquisição de um navio porta-aviões, pelo governo Juscelino…

Quem esperava…

Nem por asneira, dos erros de qualquer um que bem se apressa e se apossa para garfar o ervanário do erário, tão comum, rotineiro e continuado... E que vem continuando no noticiário!

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