O príncipe da Pérsia: As areias do tempo

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(Prince of Pérsia: The Sands of Time). EUA, 2010. Direção de Mike Newell. Roteiro de Boaz Yakin, Doug Miro e Carlo Bernard. Direção de Fotografia: John Seale. Produção de Jerry Bruckheimer, Música de Harry Gregson-Williams. Montagem de Mick audsley, Michael Kahn e Martin Walsh. Desenho de Produção: Wolf Kroeger. Diretor de Arte:  Maria Teresa Barbasso, Robert Cowper, David Doran, Gary Freeman. 116m, 12 anos. Cia. Produtora: Jerry Bruckheimer Films para a Walt Disney Production. Distr. no Brasil: Buena Vista. Com Jake Gyllenhaal, Bem Kingsley, Alfred Molina, Gemma Atherton, Toby Kebbel, Reece Ritchie, Richard Coyle, Ambika Jois, Gisli Orn, Dave Pope, Daud Shah, Ronald Pick-Up, Steve Touissant, Stephen Pope.

 

Gênero – Aventura épica

 

Sinopse – Um principe aventureiro une-se a uma princesa para deter um imperador colérico. Este, por meio de seus poderes, ameaça criar uma tempestade de areia que pode destruir o mundo.

 

Apreciação – O produtor Jerry Bruckheimer dá um tempo na sua temporada de filmes para televisão e volta ao gênero de aventura com muitos efeitos especiais que ele tanto gosta, com este “O Principe da Pérsia”. Pode ser até que o gênero esteja morto e sepultado, mas Bruckheimer pode muito bem renasce-lo através dos efeitos especiais. Como um bom artesão, Mike Newell, o diretor, não é de ousar muito. Ele varia de gênero (“Dançando com um Estranho” era um drama pesadão; “Donnie Brasco”, policial pra-frentex; “Quatro Casamentos e um Casamento”, comédia sincopada) mas seus trabalhos não alçam grandes vôos.

 

Fique de Olho – Em Jake Gyllenhaal. O ator de “O Segredo de Brockeback Mountain” precisa de um grande sucesso para pôr sua carreira nos trilhos.

Por Ivan Valença

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