Uma Garota Dividida em Dois

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(La Fille Coupee en Deux). França, 2006. Direção de Claude Chabrol. Roteiro de Chabrol e Cecile Maistre. Direção de Fotografia: Eduardo Serra. Música de Matthieu Chabrol. Produção de Patrick Godeau. Desenho de Produção: Françoise Benoit Fresco. Edição de Monique Fardoulis. 16 anos, 115m. Cia. Produtora: Alicéleo, France 2 Cinema, Cine Cinemas, Canal +, Centre National de Cinematographie, Integral Film. Distr. no Brasil: Imovision. Com Ludivine Sagnier, François Berleand, Benoit Magimel, Mathilda May, Marie Bunel, Caroline Sihol, Valerie Cavalli, Etienne Chicot, Thomas Chabrol, Jean Marie Winling, Didier Benureau, Edouardo Baer, Clemence Bretecher, Charley Fouquet.

 

Gênero – Drama

 

Sinopse – Gabrielle é uma jovem de 25 anos que vive com a mãe, em Lyon. Cercada por livros, inteligente e charmosa, ela trabalha no canal de televisão a cabo local. Um dia conhece o escritor Saint-Denis, que não encontra dificuldades em seduzi-la, apesar de ser casado e mais velho que ela uns 30 anos. Ao perceber que está apaixonado, ele tem certeza que vai ter que disputar o amor de Gabrielle com Paul, jovem milionário

 

Apreciação – O nome de Claude Chabrol despontou no cinema no começo dos anos 50, escrevendo críticas para o Cahiers du Cinema. Em 1957, dividiu um livro sobre Alfred Hitchcock, com Eric Rohmer – um volume hoje clássico. Ao receber herança da avó, aplica todo o dinheiro numa produtora e financia seus dois primeiros filmes, entre eles “Os Primos”, que fez enorme sucesso em todo mundo. Iniciava-se então uma carreira rica, com altos e baixos, mas sem nunca deixar o espectador indiferente. Este é o seu 48º filme, baseado em fatos verdadeiros ocorridos no início do século. É o retorno de Chabrol à boa forma do recente “A Comédia do Poder”.

 

Fique de Olho – Em Ludivine Sagnier, uma jovem talentosa.

Por Ivan Valença

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