Agentes penitenciários continuam paralisados no Presmil

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Categoria continua mobilizada em frente ao Prefem (Fotos: Portal Infonet)

Agentes penitenciários estão paralisados nesta quinta-feira, 5, e mobilizados na porta do Presídio Feminino (Prefem) situado no município de Nossa Senhora de Socorro. Por conta disto, as visitas, bem como a transferência de internas para a unidade prisional estão suspensas.

Os agentes penitenciários pararam as atividades no último sábado, dia 31, ficou interrompida, causando tumulto e protestos no Complexo Penitenciário Manoel Carvalho Neto (Copemcan), em São Cristóvão.

A categoria luta por correção salarial, bem como melhorias nas condições de trabalho, a exemplo de colete balístico que está vencido desde 2013, sistema de comunicação de rádio nas unidades e insuficiência de viaturas.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários de Sergipe (Sindipen), Marcelo Soares, a categoria continua toda mobilizada. “É uma paralisação e o que o estado de Sergipe através dos seus representantes dizem que é uma greve isso é uma inverdade tendo em vista que a gente realiza as atividades internas, uma atividade que a gente deixa de realizar é por conta da segurança da própria sociedade e evitar qualquer tipo de rebelião. Lembrando que todos os agentes de segurança que estão a frente das unidades  são servidores que estão em folga, então o efetivo de trabalho  está mantido. De forma alguma o agente quer medir força com o estado de Sergipe, mas que se cumpra a lei, se gerencie o erário público com responsabilidade e a valorização do policial”.

Marcelo Soares diz que a categoria continua mobilizada

Presídio Feminino (Prefem)

Ainda segundo Marcelo Soares, o salário da categoria está desvalorizado. “Esse tempo todo o agente ficou calado e desde 2010 a gente protocolou um documento na Secretaria de Administração e nada foi feito. A gente pede que se corrija porque antes de 2009 o agente recebia mais que todas as demais forças policiais. A gente não está achando equivocado por eles serem valorizados, agora o que não pode acontecer é a gente ficar de fora disso. A gente pede o mesmo tratamento com as demais forçase um entendimento entre as partes”.

A paralisação somente será interrompida quando houver um entendimento entre as partes.

Sejuc

A equipe do Portal Infonet entrou em contato com a assessoria de comunicação da Sejuc, mas não obteve êxito. Continuamos à disposição pelo 079 21068000 ou jornalismo@infonet.com.br.

Por Aisla Vasconcelos

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