Aracaju poderá ter usina de reaproveitamento de lixo

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Reunião aconteceu no Instituto de Tecnologia e Pesquisa de Sergipe
Em uma reunião no Instituto de Tecnologia e Pesquisa de Sergipe, estudiosos se reuniram para debater a possibilidade da geração de energia através do uso de resíduos sólidos em Sergipe. A tecnologia já é usada em Recife e em vários países no mundo, e surge como uma alternativa aos lixões e aterros sanitários.

Durante a reunião, foram apresentadas tecnologias para transformar lixo em energia, ficando os custos envolvidos na atividade. Para o chefe da assessoria de Planejamento, Augusto Nei Ramos, os aterros sanitários não devem ser vistos como principais soluções.

Estudiosos apresentaram as vantagens do aproveitamento do lixo
“Hoje em dia, o lixo já pode ser transformado em vapor e adubo”, afirma o assessor.

Nei destaca também a viabilidade econômica de uma construção de tal porte. “A criação de uma usina de processamento deste lixo custa, em média, R$ 200 milhões, que é pouco mais que o valor gasto com a manutenção de um lixão”, diz.

De acordo com o secretário do Estado dos Transportes e Assuntos Metropolitanos, Bosco Mendonça, essa é uma tecnologia ambientalmente mais correta e limpa. Entretanto, o secretário destaca a pobreza dos municípios que poderão implantar a tecnologia. “A tecnologia deve ser sustentável ao meio ambiente e também

O secretário Bosco Mendonça
financeiramente viável”, destaca Bosco.

O secretário afirma também que a proposta apresentada pelos estudiosos, de custo zero aos municípios, há possibilidade de ser implantada em Sergipe. “Os pesquisadores ficaram de encaminhar dados à Secretaria para que possamos dar andamento ao estudo de implantação”, afirma o secretário.

 

 

 

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