Policial militar é morto em confronto com a própria PM em Aracaju

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Policiais militares entram em confronto com suspeitos em dois momentos (Foto: BPRp)

Um cabo da Polícia Militar de Sergipe morreu ao trocar tiros com uma equipe da própria PM em operação ocorrida no domingo, 12, no bairro Jabotiana, em Aracaju. De acordo com nota oficial da Polícia Militar, o policial militar baleado estaria com outros suspeitos e seria ocupante de um veículo que fez uma manobra brusca ao perceber a aproximação dos policiais militares do Batalhão da Rádio Patrulha (BPRp).

No Instituto Médico Legal (IML), o policial militar morto foi identificado como André Ricardo dos Santos Barros, 42. O coronel Fábio Machado, chefe da PM5 [setor responsável pela comunicação social da corporação] não soube informar se o policial militar morto já tinha sido alvo de investigação por má conduta.

O policial militar baleado foi identificado no próprio local da ocorrência enquanto os outros conseguiram fugir. Mas os policiais militares seguiram em perseguição e localizaram um segundo suspeito, no conjunto Santa Lucia, onde ocorreu novo confronto e esse outro suspeito foi baleado e também morreu, conforme informações divulgadas pela própria Polícia Militar de Sergipe em nota de esclarecimento.

Na nota, a Polícia Militar informou que os suspeitos portavam quatro pistolas, sendo três calibre 40 e uma 380, além de dois revólveres calibre 38. Essas armas foram apreendidas. Nessa operação, os policiais também apreenderam dois tabletes de maconha com aproximadamente 2 kg, que estavam com os suspeitos.

“O comando esclarece ainda que a ação policial foi devidamente registrada em Relatório de Ocorrência Policial (ROP) e o caso encaminhado à Central de Flagrantes como determina a legislação pertinente”, destaca trecho da nota de esclarecimento emitida pela PM nesta segunda-feira, 14. “Por fim, ressaltamos que a Polícia Militar não compactua com atos ilícitos praticados por seus integrantes e repudia tais ações que possam infringir direta ou indiretamente as leis vigentes. Sendo assim, qualquer caso envolvendo policiais militares no cometimento de crimes, será apurado pela corporação que adotará as sanções legais cabíveis”, complementa a nota.

 

por Cassia Santana

 

 

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