Celetistas da Emsurb denunciam a falta de EPIs

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Celetistas da Emsurb reclamam da falta de EPIs (Foto: Seame)

Os trabalhadores celetistas da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb) estão insatisfeitos com a falta ou com o estado de equipamentos de proteção individual e também de identificação para o desempenho das atribuições cotidianas na capital.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Empregados da Administração Indireta (Seame), Cláudio Leite, luvas, coletes, crachás, botas e máscaras não estão sendo distribuídos para os servidores.  Ele diz que os que trabalham no curral, no Mercado Central e com poda de árvores são os que mais sofrem. “Há o contato com animais doentes, com bactérias, lidamos com produtos decompostos, lama, esgoto… é uma situação difícil, e precisamos dos equipamentos para garantir a nossa saúde”, reclama.

Segundo Leite, o problema é antigo. “Hoje, alguns funcionários ainda trabalham com coletes da última gestão de Edvaldo, o problema não vem de agora. Alguns colegas juntam dinheiro para fazer crachás. O engraçado é que para os trabalhadores em cargos comissionados, não faltam os coletes”, problematiza o sindicalista.

Augusto Aranha, da assessoria de Comunicação da Emsurb garantiu que, em breve, os servidores estarão munidos de todos os equipamentos, e negou o privilégio para os CCs. “Adquirimos novos coletes, estamos confeccionando novos crachás e máscaras estão sendo distribuídas para as atividades que as fazem necessárias, e providenciando as EPIs para os servidores do curral. Entendemos a reivindicação. Ressaltamos que encontramos a empresa sucateada, e aos poucos, vamos regularizando a situação, para desempenhar um trabalho satisfatório e atender os trabalhadores com a maior brevidade possível. Na próxima segunda, 10, faremos fiscalização e todos estarão devidamente identificados", assegurou.

Por Victor Siqueira e Aisla Vasconcelos

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