Clandestinos continuam comercializando no Mercado Albano Franco

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Os feirantes clandestinos continuam instalados na área externa do Mercado Albano Franco. Após serem retirados da entrada principal e da lateral do mercado, agora eles se instalaram no estacionamento. Os vendedores costumam chegar às 3 horas da manhã e, segundo um acordo informal que eles afirmam ter feito com os outros comerciantes e fiscais da Emsurb, deveriam ficar no local até às 6 horas, quando o mercado abre as portas. Mas não é isso o que acontece. Segundo o comerciante Antônio Santana, os clandestinos têm permanecido na área externa do mercado, mesmo depois dos portões abertos. “Está existindo uma feira paralela. Nós sabemos que eles precisam sobreviver, mas eles têm permanecido até mais de 7 horas da manhã. Também nos preocupa o fato da sujeira que eles costumam deixar no local”, diz. Outra queixa dos comerciantes que pagam a taxa para manter um comércio no Albano Franco é que dentro de pouco tempo o número de clandestino pode aumentar. “Hoje tem 50, amanhã terá o dobro, o triplo…”, afirma Antônio Santana. Um dos clandestinos, Aloísio Quirino, afirma que tem arrecadado, diariamente, uma contribuição com os outros vendedores para manter o local limpo. “Nós queremos ficar na área do estacionamento, porque saímos às 6 horas e deixamos tudo limpo”, garante. No último dia 2, a Emsurb proibiu a comercialização na área externa e garantiu que os comerciantes seriam transferidos para a Central de Abastecimento – Ceasa.

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