Coronavírus: veja como entreter as crianças com as aulas suspensas

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Com as crianças mais tempo em casa em virtude dos decretos municipal e estadual suspendendo as aulas, os pais têm recorrido  a criatividade para preencher o tempo extra dos filhos. A maior dificuldade, segundo eles, é fazer as crianças entenderem que a quarentena não se trata de férias e que é preciso o isolamento social para evitar um possível contágio com a doença.

Com mais tempo em casa, Aldaci diz que a filha adora pintar e também recorre ao celular para se distrair (Foto: arquivo pessoal)

“O mais difícil foi isso: fazer minha filha Laura, de 10 anos, entender que o momento exige cautela e que não poderíamos, por exemplo, convidar amigas para brincar com ela na nossa casa”, conta Aldaci de Souza. Ainda segunda ela, no começo a filha estranhou essa medida, mas foi aos poucos entendendo os porquês. “Hoje ela é mais compreensiva. E isso me ajuda muito porque eu estou trabalhando em casa”, salienta.

Com mais tempo em casa, Aldaci diz que a filha adora pintar e também recorre ao celular para se distrair. “Ela adora ver séries. Como tem muitos episódios, dá para se distrair bastante”, afirma. Aldaci conta também que teve uma ideia interessante. “Eu fui a escola e peguei alguns livros dela. Antes dessa pausa nas aulas, Laura entraria em semana de provas. Então eu aproveito o tempo para ajudá-la a estudar. Assim, quando as aulas voltarem, não ficará tudo corrido”, orienta.

Marcella também gosta muito de pintar (Foto: arquivo pessoal)

Elba Brandão, mãe de Marcella, de 9 anos, também diz que no começo foi difícil, haja vista que até no próprio condomínio não se pode transitar. “Eu ainda estou trabalhando, mas minha filha costuma usar o tempo extra para pintar. Ela adora desenhos”, conta. Ainda segundo Elba, a filha também gosta muito de séries. “Ela consome bastante esse produto. E nos finais de semana, quando temos mais tempo juntas, aproveitamos para ver televisão, já que preferimos não sair para lugares que frequentávamos antes, como cinema e praia”, destaca.

por João Paulo Schneider 

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