DHPP busca pistas de desaparecida na Bahia

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Débora Mirachi continua desaparecida (Foto: Arquivo Pessoal)

A Polícia sergipana ainda não conseguiu concluir o caso do desaparecimento de Débora Mirachi, 33 anos, e continua ouvindo testemunhas para finalizar as investigações do caso da estudante de direito desaparecida.

De acordo com a diretora do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa Física (DHPP), e delegada responsável pelo caso, Tereza Simony, até o momento, mais de 15 testemunhas já foram ouvidas. Entre os depoimentos colhidos pela polícia, estão o de familiares, amigos e até do porteiro do prédio onde a vítima reside.

A delegada Tereza Simony classificou o desaparecimento da estudante como um caso complexo, e que não se pode fazer previsões de seu término. “É difícil apurar esse caso, porque ele é muito complexo, então é um caso que não tem dia e nem hora para terminar. Trabalhamos com duas hipóteses, a de que ela esteja viva e morta, como o corpo dela ainda não apareceu dificulta as investigações”, relata.

Buscas

A diretora do DHPP, delegada Tereza Simony

Um trabalho de buscas já está sendo promovido por meio de uma ação conjunto com a polícia baiana, principalmente em cidades como Mangue Seco e Costa Azul, no Litoral Norte baiano.

“Estamos trabalhando com tudo que está ao nosso alcance. Investigações não é uma ciência exata, é um quebra-cabeça que tem que ser montado, e isso requer paciência”, finaliza.

Entenda

A universitária desapareceu no dia 12 de dezembro de 2013, quando saiu de casa. O veículo de Débora, um Cross Fox, foi encontrado pela própria família, no final na rodovia José Sarney, no Mosqueiro, em Aracaju. O veículo estava trancado, sem as chaves e com todos os pertences da vítima: documentos e cartões bancários.

Quem souber de informações que levem ao paradeiro de Débora Mirachi, devem ligar para o disque-denúncia da Polícia Civil pelo 181.

Por Leonardo Dias e Kátia Susanna

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