Donas de casa diminuem o consumo do gás de cozinha

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A vida da dona de casa fica cada vez mais difícil à medida que o orçamento doméstico aperta. Responsável por controlar as contas referentes ao gás de cozinha – mais caro 12% -, materiais de limpeza, cesta básica, dentre outros itens necessários, a dona de casa tenta driblar os reajustes e procurar achar uma explicação para tantos aumentos. Segundo a dona de casa Maria Marta Damascena da Silva, em sua casa residem cinco pessoas. Todos os dias ela, que teve que baixar seu consumo para um botijão por mês, cozinha, pelo menos, duas refeições. “O aumento do gás de cozinha é um absurdo. Para se ter um exemplo, no Tecarmo, na Avenida Sarney, há um grande desperdício de gás. O desperdício é tão absurdo que eles chegam a queimar o gás que tem em excesso. Temos tanto que chegamos ao ponto do desperdício”, diz Maria Marta. Um dia antes de vigorar o novo preço do gás de cozinha, muitos revendedores esconderam suas mercadorias para começar a vender sob o preço atual. “Esses revendedores repassam o produto com o preço maior do que o vendido no carro que passa todos os dias em nossas portas. Eles deveriam ser punidos. Com o salário de fome que o brasileiro ganha, não dá para viver aumentando os preços desse jeito”, diz Marta, que prefere acreditar em dias melhores. “Estamos confiantes no novo presidente, que diz que um dia já passou fome. Vamos ver o que ele pode fazer por esse povo. Vamos ver o que ele pode fazer para conter tantos aumentos abusivos”, diz ela. Este é o quinto aumento do gás de cozinha, só este ano. O botijão de 13 kg, que no início do ano estava custando R$ 18,50, passou a custar entre R$ 24,50 e R$ 25,00. hoje ele passou para quase R$ 30,00.

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