E lá vai o nosso suado dinheirinho para fora…

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O governador João Alves Filho se dispôs a tornar-se impopular ao propor uma reforma administrativa que diminui o tamanho do Estado e reduz o “status” de empresas para autarquias, inclusive com a possibilidade de extingui-las. Tudo em nome da economia. Fica discrepante que, por um lado se pague um preço tão alto para economizar e, por outro, se gaste tanto. Alguém deveria avisar à Secretaria de Cultura que ela não deve atuar como empresa, trazendo grupos de fora a peso de ouro para se apresentar num Teatro Tobias Barreto praticamente vazio. Em dois espetáculos este mês – um deles o Quarteto Terem, vindo da Rússia, que se apresenta amanhã – a Secretaria está gastando R$ 27 mil, mais hospedagem e alimentação “free” para os grupos. Para outros Estados, a empresa Dell´Arte vai para a briga dos ingressos. Aqui, encontra tudo pago – e ainda chega com o patrocínio da Lei de Incentivo a Cultura do Governo Federal. Esse é que é um negócio da China. Por Ivan Valença

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