Edvaldo sanciona lei para construção da passarela do São Lucas

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Foto: André Moreira
Dirigentes do Hospital São Lucas estiveram na manhã da última terça-feira, dia 23, no Centro Administrativo Aloísio Campos, para receber das mãos do prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, a lei que permite a utilização do espaço aéreo da rua Alcides Melo, no bairro São José, para a construção de uma passarela elevada, ligando dois complexos do referido hospital. A legislação foi recém aprovada na Câmara de Vereadores e sancionada durante a reunião pelo prefeito.

“Eu convidei a direção do hospital São Lucas para sancionar a lei que foi recentemente aprovada pela Câmara Municipal que permite ao Hospital São Lucas construir uma passarela entre os dois prédios. É uma legislação que faltava ao município de Aracaju e que vai viabilizar uma obra importante”, ressaltou Edvaldo Nogueira, citando ainda o ganho urbanístico da obra para o município.

De acordo com o prefeito, a construção dessa passarela vai dar início a um modelo de construção inédito e representará um novo paradigma de crescimento da cidade. “Do ponto de vista do Hospital São Lucas é fundamental porque com esta obra eles vão permitir integrar dois complexos, melhorando o atendimento e viabilizando cada vez mais a melhoria da qualidade dos serviços prestados por este grande hospital”, comentou.

O diretor-presidente e fundador do Hospital São Lucas, o médico Augusto Barreto, mostrou-se confiante com a aprovação da lei, pois deste modo, a construção da passarela vai permitir maior segurança tanto para os pacientes e funcionários do hospital, quanto para pedestres e motoristas.

“Entre os dois blocos trafegam enfermeiros, médicos, material e pacientes. Devido aos riscos envolvidos, essa construção era uma coisa que estávamos muito ansiosos, muito desejosos e hoje é um dia especial para nós porque conseguimos a aprovação da obra pelo prefeito”, comemorou o fundador do hospital.

Apesar desta obra ser executada em um prédio particular, ela abre precedente para que outras instituições possam fazer o mesmo futuramente, desde que não interfira negativamente no funcionamento da cidade.

Fonte: AAN

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