Em ato, moradores do Japãozinho pedem justiça para crime

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Moradores fizeram manifestação para cobrar a punição do homem que matou comerciante (Fotos: Portal Infonet)

Moradores do bairro Japãozinho bloquearam a avenida Euclides Figueiredo e fizeram uma manifestação nesta quarta-feira, 9, para cobrar a punição de um homem que teria assassinado um comerciante da localidade. Raimundo Fortaleza de Matos, 49, foi atingido por golpes de faca, chegou a ser levado ao Hospital de Urgências de Sergipe (Huse), mas não resistiu e faleceu.

De acordo com os manifestantes, Raimundo se desentendeu com um rapaz que construiu uma casa em um terreno de sua propriedade. A vítima teria tentando negociar, inclusive com pagamento em dinheiro, mas o homem se recusou. Na noite desta terça-feira, 8, Raimundo teria ido ao encontro do rapaz, que irritado desferiu desferido dois golpes de faca contra o comerciante.

Revoltados, os moradores destruíram a casa do homem

Ainda de acordo com os manifestantes, muitas pessoas testemunharam o crime, mas ainda assim o homem conseguiu fugir do local. Revoltados, os moradores destruíram a casa construída pelo suposto assassino.

“Queremos justiça para esse crime. Raimundo era um homem de família e querido por todos. Esse homem que cometeu o crime é acostumado a fazer essas coisas e criar brigas. Toda a comunidade está revoltada e pede que ele seja preso”, diz um dos manifestantes que prefere não se identificar.

No velório, muita dor e comoção dos familiares que estão inconformados com o crime. Parentes que também não quiseram se identificar contam que Raimundo chegou a sua casa com vida e dirigindo. “Chamamos o Samu, mas eles não enviaram viaturas alegando que estavam em greve. Levamos Raimundo para o Huse, e lá, não havia médico. Ele sentiu dores por 1hora até que não aguentou e faleceu”, lamenta um afilhado da vítima.

Muita dor e comoção no velório

DHPP

O caso já é de conhecimento do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) que dará prosseguimento às investigações através do delegado André Gouveia.

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