Equipe de transição será indicada logo

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Para o governador eleito, essa história de refinaria “foi usada em hora de desespero”. Mais adiante, Déda disse que “a gente sergipana é sujeito e participante de sua história”. Portanto, afirmou que, a partir de 1º de janeiro ele é governador de todos os sergipanos, independente de coloração partidária.

Disse ainda, ter compromisso com todas as forças políticas que o apoiaram na campanha a governador e mostrou-se satisfeito com a sua bancada de deputados federais, todos eleitos com números expressivos de votos.

Anunciou a composição de uma equipe de transição – mas isso só ocorrerá quando retornar de Brasília, onde deverá passar de dois a três dias, para um contato com o presidente da República e descansar um pouco, pois está muito estafado.

Revelou que recebeu um telefonema do governador João Alves Filho desejando-lhe boa sorte no cargo. Sobre o futuro secretariado, disse que ele será o resultado do diálogo com a sociedade e os partidos aliados.

Critérios para o Secretariado? “São critérios técnicos e políticos e políticos e técnicos”. Reafirmou que pretende ter um diálogo saudável com a imprensa e agradeceu a todos os prefeitos que o apoiaram, enfrentando até pressões absurdas. E foi incisivo: “Esse bloco que sobreviveu na oposição estará unido no governo”.

Por Ivan Valença

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