Esgoto a céu aberto incomoda moradores do São Conrado

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Esgoto a céu aberto no São Conrado (Fotos: Portal Infonet)

Esgoto a céu aberto, fezes pelos logradouros e mau cheiro. Essa é a realidade das ruas Mangabinha e Beira Rio, no bairro São Conrado. De acordo com moradores do local, os problemas são antigos e eles não sabem mais a quem recorrer.

De acordo como o morador Ari Santos, o problema do esgoto a céu aberto ocorre há mais de quatro anos. “Foi realizada uma obra na rua Mangabinha e nada adiantou. A rede de esgoto é ligada com as fossas das casas. Por não ser adequada, a rede de esgoto não suporta e vaza por toda a rua. Aí fica um mau cheiro e as fezes passando na rua”, relata o morador.

A moradora Maria Isabel conta que o mau cheiro traz muito incômodo à população. “O esgoto passa em frente a nossa casa, não tem como evitar. Com isso, o mau cheiro nos incomoda, principalmente, quando estamos realizando alguma refeição. Alguém tem que resolver esse problema e não somos nós”, diz.

Senhora Maria Isabel conta que o mau cheiro traz muito incômodo

Erílio de Jesus diz que já pediu providências, mas de nada adiantou

Água vasando da instalação da DESO

Na rua Beira Rio, a rede de encanamento jorra água o tempo todo. “Nós moradores já colocamos placas e cones para a população não se acidentear com toda essa água saindo do buraco do saneamento”, afirma a moradora Maria Lúcia.

Providências

Erílio de Jesus Santos, que também é morador, conta que já ligou diversas vezes para a Companhia de Saneamento de Sergipe (DESO). “O problema de esgoto e encanamento entupido é geral. Já liguei para a DESO e nada é resolvido. Escutei até de uma atendente da DESO que no São Conrado não tinha esgoto. Nós moradores que temos que realizar pequenos serviços no esgoto para não piorar a situação”, desabafa.

Deso

A equipe do Portal Infonet entrou em contato com a DESO, que ficou de encaminhar nota. Até o fechamento desta matéria, nenhuma informação foi recebida. A equipe continua à disposição através do email jornalismo@infonet.com.br e no telefone (79) 2106 8000.

Por Geilson Gomes e Verlane Estácio

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