Estelionatário é preso acusado de participar de fraudes em veículos

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Suspeito foi preso em Aracaju (Foto: SSP)

Alex Fabiano Francisco da Silva, conhecido como estelionatário do amor, foi preso na quinta-feira, 24. Segundo informações do Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), o acusado começou a atuar em fraudes de veículos após sair da prisão no ano passado. Ele locava veículos e depois comercializava com outras pessoas. Ao todo, haviam dez mandados de prisão contra ele. A Polícia Civil tem 10 dias para concluir o inquérito.

A delegada Rosana Freitas falou sobre a prisão do acusado (Foto: Portal Infonet)

A delegada do caso, Rosana Freitas, explica que ele atuava em diversas modalidades de fraude. “O Alex já foi preso por se passar por um empresário de uma banda famosa e por enganar mulheres em relacionamentos”, detalha. “Há relatos que esse golpe envolvendo mulheres ele já praticou em outros estados, como Bahia e Alagoas”, completa.

Rosana informa que após sair da prisão no final de 2018, o acusado começou a locar carros para aplicar golpes. “Após ser posto em liberdade ele passou a atuar em uma nova modalidade de crime: fraudes de veículos”, pontua. “O que nós verificamos é que ele locava veículos e depois de locá-los ele comercializava esses bens, ou seja, trocava ou vendia. Com isso uma das partes, a pessoa que comprava ou a locadora, ficava no prejuízo”, resume.

Após a prisão do suspeito, a delegada informa que  algumas vítimas começaram a entrar em contato com o Depatri para informar que foram vítimas de alguns golpes praticados por ele. “Até o momento dez pessoas já o identificaram”, afirma.

Estelionatário do amor 

A delegada explica que ele ficou conhecido como “estelionatário do amor” por enganar algumas mulheres para conseguir vantagens financeiras. “Ele se relacionava com essas mulheres e depois pegava os dados pessoais das parceiras para fazer empréstimos e financiamentos”, explica. “Mas nesse momento, o que está sendo apurado agora foram as fraudes envolvendo transações com veículos”, resume.

Por João Paulo Schneider e Aisla Vasconcelos

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