Família cobra investigação sobre assassinato de empresário

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Júnior Pipa tinha 43 anos e deixou três filhas menores de idade (Foto cedida pela família)

A família de José dos Santos Júnior, de 43 anos, assassinado no dia 16 de agosto do ano passado, em São Cristóvão, cobra o andamento das investigações sobre a morte. Seis meses após o homicídio, não há resolução do caso.

Esposa, irmãos, amigos e funcionários da empresa que pertencia à vítima foram chamados pela Polícia Civil para prestar depoimentos. No entanto, nenhuma suspeita foi revelada, de acordo com os familiares. “Eles dizem que há uma linha de investigação que não pode ser informada para não atrapalhar o caso. Mas já faz seis meses e não há nenhuma resposta. Essa sensação de impunidade é terrível para nós e, principalmente, para minha mãe”, reclamou uma das irmãs da vítima, em entrevista ao Portal Infonet.

O caso era de responsabilidade do delegado Luiz Carlos Xavier, que foi transferido. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que o inquérito policial passou, esta semana, às mãos da delegada Theresa Simony, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP)

De acordo a SSP, a delegada informou que o inquérito está na fase de instrução, aguardando outras possíveis ouvidas e a juntada de laudos. “A Polícia Civil mantém em sigilo o que já foi levantado e quem já foi ouvido, para não comprometer o desfecho do caso. A expectativa é que em breve o inquérito seja concluído”, finaliza a nota.

A Vítima

José dos Santos Júnior, também conhecido como ‘Júnior Pipa’, por ter uma empresa de locação de caminhões-pipa, foi assassinado a tiros em um terreno do estabelecimento, localizado no povoado Quissamã, em São Cristóvão.

A esposa da vítima estava no local no momento do homicídio. Além da viúva, Júnior Pipa deixou três filhas de 6, 8 e 16 anos de idade.

por Jéssica França

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