Família de jovem morto na Deplan faz novo ato no DHPP

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Família pede justiça (Foto: Portal Infonet)

A família de Murilo Tadeu Caldas Fontes, morto em abril deste ano, realizaram mais um ato na manhã desta segunda-feira, 4, em protesto à morte do jovem. Munidos de cartazes e camisas com a foto do vendedor, os famíliares se concentram em frente ao Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP). A família pede agilidade nas investigações sobre a causa da morte do jovem. O fato ocorreu na Delegacia Plantonista no dia 6 de Abril.

A viúva de Murilo Tadeu, Ana Carla Lima, questiona a versão divulgada pela polícia, de que a morte teria sido ocasionada por uma overdose. “Disseram que meu marido teve uma overdose e se debatia dentro da ambulância. Mas isso não é verdade porque ele ficou desfigurado e teve várias fraturas na cabeça e uma perna quebrada”, protesta.

Para a mãe da vítima, o filho foi assassinado e cobra justiça. “Meu filho estava ótimo. Nunca usou droga e por isso não acreditamos em overdose”, diz.

Na DHPP, o delegado Mario Leoni não recebeu  a imprensa, por está em audiência com o advogado da família.

Segundo a versão dada pela Polícia Militar, no último dia 07 de Abril, Murilo já chegou à delegacia passando mal. “Ele foi abordado com mais dois homens e com eles foram encontradas oito cápsulas de cocaína. Um dos homens informaram que Murilo consumiu a droga antes da apreensão”, destaca Théo Moreno, assessor de comunicação da Delegacia Plantonista. “Por enquanto a causa da morte é desconhecida. O Instituto Médico Legal irá apurar a causa da morte”, finaliza o assessor.

Por Eliene Andrade

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