Fasc promete iluminar o calendário cultural sergipano

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Começa amanhã e vai até o próximo domingo, dia 15, o VI Festival de Artes de São Cristóvão. Seria o 30º desde que o primeiro, realizado em 1972, comemorou o Sesquicentenário da Independência – quando ainda era uma promoção da Universidade Federal de Sergipe – UFS -. Durante alguns anos, o Fasc foi um evento que atraiu número incontável de visitantes à uma das cidades mais velhas do país. Mas desde que passou à administração da Prefeitura de São Cristóvão, o Fasc tem sido alvo de diversas críticas dos sergipanos e principalmente da Imprensa local, por privilegiar – até a edição passada – grupos popular como Harmonia do Samba, que nada têm a ver com a cultura e o folclore sergipano. De qualquer modo, a Prefeitura teve boa vontade, pegou a bandeira das mãos da UFS e vem realizando o Festival como as suas finanças suportam. Este ano, o festival homenageia a professora Lu Spinelli, um dos destaques locais da dança sergipana, assim como a pioneira Dorinha Teixeira, além de Moema Maynard, Célia Duarte, dentre outras. Como atrações de fim de noite do Festival, os cantores João Bosco, Biafra e Antônio Carlos e Jocafi. De sexta-feira a domingo, o Fasc promete iluminar o calendário cultural da cidade e do Estado.

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