Fraude: PM faz auditoria para identificar prejuízo

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Investigação tramita na Justiça Militar (Foto: Arquivo Portal Infonet)

A Polícia Militar de Sergipe instaurou auditoria interna para identificar o valor do prejuízo causado pela suposta fraude identificada no sistema de abastecimento de combustível nas viaturas da corporação. O Inquérito Policial Militar (IPM) instaurado pelo Comando Geral da PM identificou indícios de ilegalidade e afastou o sargento Robertson Souza Silva, do Centro de Suprimento e Manutenção (CSM), setor responsável pelo controle de abastecimento de combustível no âmbito da estrutura militar sergipana.

As investigações no âmbito da Polícia Militar foram concluídas e o relatório foi encaminhado para a 6ª Vara Criminal [Justiça Militar], onde o procedimento tramita identificado como investigação de fato atípico, com base no Direito Penal, pendente de parecer do Ministério Público Militar.

De acordo com informações do coronel Paulo César Paiva, chefe do setor responsável pela comunicação social da corporação, os valores divulgados em redes sociais não passam de especulação, uma vez que a auditoria para identificar a dimensão da fraude ainda não foi concluída.

Defraudações

No âmbito das investigações realizadas pelas Polícias Militar, através de IPM, e Civil, pela Delegacia de Defraudações, identificou-se indícios da fraude com suposto envolvimento do sargento e de uma mulher, que seria a frentista, empregada do posto de abastecimento de combustível credenciado no sistema de controle de abastecimento que serve aos órgãos da administração pública.

De acordo com informações da assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Segurança Pública, a autoridade policial responsável pelo inquérito policial instaurado no âmbito da Delegacia de Defraudações não concluiu a investigação. Assim que percebeu indícios do suposto envolvimento de um policial militar, a Polícia Civil encaminhou os procedimentos, sem relator o inquérito, para o Comando Geral da PM, que teria a competência de conduzir a investigação quando há suspeita de crime militar.

Por Cássia Santana

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