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Déda insistirá para ter Gualberto como líder

O Governador Marcelo Deda, ciente da dificuldade que vai ter pela frente para encontrar um (bom) líder do governo, pretende conversar demoradamente com o deputado Francisco Gualberto para fazê-lo aceitar novamente a função. O deputado já disse várias vezes que não pretende ocupar a liderança do governo por ser um cargo muito desgastante. Gostaria agora de integrar a mesa diretora da Casa. Se isto realmente ocorrer, ele poderá ser o vice-presidente da Casa. Já está tudo combinado para isso, mas Deda encontra dificuldades para indicar um líder do governo. O ideal é que o líder tenha experiência legislativa de pelo menos um mandato e um perfeito entrosamento com o governador Marcelo Deda. Neste perfil, só Gualberto se encaixa, mas Deda poderia encarregar da função o deputado Luiz Garibaldi. Mas, este já disse que “não quer nem conversar sobre isso”. Na Câmara de Vereadores, o prefeito Edvaldo Nogueira acaba de perder o seu líder, Elber Batalha, que vai para a Secretaria de Turismo. Até o momento ele não indicou ninguém para substituir o vereador Elber Batalha.

Médicos não podem cobrar por retornos

Os médicos estão proibidos de cobrar por retornos quando se trata da continuidade da primeira consulta (entrega de resultados de exames por exemplo). Os planos de saúde, por sua vez, não podem impor prazos de intervalo entre as consultas com o mesmo especialista. Hoje, a maioria deles veta ou não reembolsa uma segunda consulta feita no mesmo mês da primeira. As novas determinações constam em resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) publicadas já no Diário Oficial da União. A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) não estabelece o prazo que deve haver uma consulta e outra. Também não proíbe a operadora de definir isso. A polêmica se arrasta há anos e foi parar na Justiça. O Instituto de Defesa do Consumidor diz que muitos médicos já não cobram o retorno, mas que não havia nada no papel que salvaguardasse o usuário, caso houvesse a cobrança.

Uma nova disputa Deda x João Alves

Enquanto o baixo clero fica discutindo se o dr. João Alves vai enfrentar as urnas para prefeito em 2012, há alguém imaginando um pleito que vai entrar para a história. Seria uma nova disputa entre Marcelo Deda e João Alves Filho. Aí, neste caso, com objetivos diferentes: o dr. Deda como candidato ao Senado e o dr. João Alves também nesta condição. A cadeira em disputa é ocupada hoje por Maria do Carmo. Até os correligionários do casal acreditam que ela não terá condições de saúde para enfrentar uma campanha árdua desta. Aí, neste caso, o DEM convenceria o dr. João a manter a cadeira dela em casa, disputando-a em 2014. Um correligionário muito próximo do dr. João, garante que, neste caso, “o dr. João ajudaria muito mais ao Estado”.

Mais celulares com dois chips

Os tradicionais fabricantes de celulares abriram os olhos para um segmento até há pouco tempo atendido apenas por marcas menos conhecidas. Trata-se do mercado de telefones móveis que funcionam com dois chips e são populares especialmente entre assinantes pré-pagos que representam 82,20% da base de clientes de telefonia celular do Brasil. A Strategy Analytics estima que estes aparelhos responderam por 5% do mercado total de celulares em 2010 e devem chegar a 8% este ano. No mercado brasileiro, a Samsung colocou seu primeiro celular dual chip à venda em 2008 e hoje oferece dois modelos. Esses aparelhos representam cerca de 4% das vendas de celulares da fabricante coreana.

*** O empresário Lauro Vasconcelos assume hoje a Superintendência do Sebrae em solenidade que vai se realizar a partir das 19h30 na sede do órgão. Assumem também o diretor administrativo-financeiro, sr. Marcelo Barreto e o diretor técnico, sr. Emanuel Sobral.

*** Quando a gente vê, pela televisão, os estragos causados pelas chuvas no Rio e em São Paulo, chega a ter um pouquinho de receio de que aquela tragédia possa se repetir por aqui… E olha que, por aqui, também tem chovido muito.

*** Hei, alguém aí pode informar quando o Teatro Atheneu voltará a receber público, depois da reforma porque passou?

Por Ivan Valença

 

        

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