Itabaianinha: suspeito de crime contra sobrinho de Popó continua foragido

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A polícia procura o suspeito que é morador de Umbaúba
Na manhã desta quarta-feira, 9, o delegado responsável pelo plantão na Delegacia Regional do município de Estância, Edson Nixon Santos Costa, disse que apesar do trabalho de investigação a respeito do homicídio do jovem Paulo Roberto Coelho Júnior, sobrinho do deputado federal e ex-pugilista Acelino Popó Freitas, não existem novidades sobre o caso. O delegado esclareceu que a polícia procura pistas sobre o paradeiro do principal suspeito, um homem identificado como Jefferson dos Santos, conhecido como “Gel de Boré”.

Segundo Edson Nixon os familiares do suspeito alegam que desconhecem o paradeiro de “Gel de Boré”, que é morador do município de Umbaúba. A polícia não possui imagem do suspeito, mas está de posse da certidão de nascimento.

O delegado afirma que tanto os familiares da vítima quanto dos suspeitos ainda não foram ouvidos formalmente e que o inquérito ficará sobre a responsabilidade da delegada regional de Itabaianinha, Gisele Martins. Qualquer denúncia a respeito do paradeiro do suspeito pode ser passada para o dique-denúncia, através do 181.

Homicídio

O sobrinho do campeão de boxe, Paulo Roberto Coelho Júnior, 20 anos, resolveu “fugi”” do Carnaval de Salvador onde reside e passar a Festa do Momo com a família da namorada no município sergipano de Itabaianinha. Na noite desta segunda-feira, 6, ele foi abordado por um homem que tentou roubar sua corrente e em seguida desferiu tiros de revólver. O jovem não resistiu e o corpo já está no Instituto Médico Legal (IML).

Muito abalado, o irmão de Popó, Paulo Roberto Coelho [pai do jovem] concedeu entrevista à imprensa nas dependências do IML de Sergipe onde está providenciando a liberação do corpo que será sepultado na capital baiana. “Meu filho era uma pessoa tranqüila e resolveu sair de Salvador para se divertir aqui em Sergipe com a família da namorada. Ele não se envolveu em nenhuma confusão. Foi assalto. Tentaram levar a corrente dele. Como ele não entregou, atiraram tirando-lhe a vida”, lamenta Paulo Roberto Coelho.

Por Kátia Susanna  

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