Jornalista e tradutora Clara Angélica Porto Caskey morre em Sergipe

Profissional teve trajetória marcada pela atuação na comunicação e na valorização da cultura sergipana

Segundo as notas, Clara Angélica atuou em rádio, jornal, televisão e em iniciativas culturais no estado, contribuindo para a difusão das expressões culturais sergipanas. (Foto: Arquivo Pessoal)

A jornalista, tradutora e intérprete Clara Angélica Porto Caskey morreu no último domingo, 10. A informação foi divulgada por órgãos ligados à cultura sergipana, como a Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap) e o Conselho Estadual de Cultura, que emitiram notas de pesar lamentando a morte da profissional.

Nas publicações, as instituições destacaram a contribuição de Clara Angélica para a comunicação e a cultura em Sergipe. Ligada à cena cultural de Aracaju, ela construiu uma trajetória marcada pela valorização da cultura, pela atuação na comunicação e pelo diálogo entre diferentes idiomas e culturas.

Segundo as instituições, Clara Angélica atuou em rádio, jornal, televisão e em iniciativas culturais no estado, contribuindo para a difusão das expressões culturais sergipanas. O Conselho Estadual de Cultura ressaltou ainda a atuação significativa da jornalista na área cultural do estado, reconhecendo o legado deixado por sua dedicação à comunicação e à cultura sergipana.

Em notas de pesar, os órgãos manifestaram solidariedade aos familiares, amigos e à comunidade cultural de Sergipe neste momento de despedida.

por Marina de Sena e Carol Mundim

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