Manhã chuvosa provoca alagamentos na capital

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Rua Laranjeiras alagada com as chuvas (Fotos: Portal Infonet)

As chuvas se intensificaram no início da  manhã desta terça-feira, 18, em Aracaju. A previsão é que o período chuvoso continue até o mês de agosto. Segundo o meteorologista Overland, as chuvas também estão chegando ao sertão dentro do esperado.

Segundo Overland Amaral, nesta manhã choveu aproximadamente 20 milímetros e a previsão é aumentar no fim do mês de junho. “As chuvas vão se intensificar mais ainda nos meses de junho e julho seguindo até o mês de agosto. No interior as chuvas também estão chegando de forma decrescente”, afirma Overland.

Com as chuvas dessa manhã, muitos usuários de ônibus ficaram expostos  por falta de abrigos nos pontos de ônibus. A aposentada Angélica Feitosa estava tentando se proteger com o guarda-chuva em um ponto de ônibus na rua Laranjeiras. “Nesse período fica muito complicado, pois essa rua alaga com poucos minutos de chuvas. Além disso, o ponto não tem cobertura o dificulta mais ainda a situação”, reclama.

Ponto de ônibus sem cobertura na rua Laranjeiras

A rua Laranjeiras ficou alagada com 30 minutos de chuva intensa. Alguns pontos de alagamento também foram registrados na avenida Barão de Maruim dificultando a passagem de pedestres e condutores pelo local.

Defesa Civil

O coordenador da Defesa Civil Municipal, Reginaldo Moura, informou que os pontos de alagamentos não apresentam riscos,  e sim os deslizamentos em 12 pontos críticos em Aracaju. “A maior preocupação da Defesa Civil são os deslizamentos nas áreas de riscos, principalmente, nos bairros América, Porto Dantas, Cidade Nova e Industrial”, explica.

Avenida Barão de Maruim alagada nesta manhã

Os moradores que vivem nas áreas de riscos devem ficar atentos aos sinais de deslizamento. Segundo a Defesa Civil, apenas com as chuvas os moradores já devem se preocupar e observar se há rachaduras, piso afundando  e árvores que não estejam eretas.

A orientação do coronel Reginaldo Moura é que as famílias deixem as casas o mais rápido. “ Ao perceberem os sinais, os moradores precisam deixar as casas o mais breve e com alguma documentação para facilitar a identificação do cadastro”, orienta.

Por Adriana Freitas e Kátia Susanna

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