Manifestantes voltam a se reunir para debater situação da Amazônia

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A mobilização ocorreu neste sábado no Parque Augusto Franco. (Foto: Portal Infonet)

Manifestantes se mobilizaram na tarde deste sábado, 31, e protagonizaram um novo ato em defesa da Floresta Amazônica em Aracaju. A atividade ocorreu no Parque Augusto Franco (Sementeira) e reuniu ambientalistas, estudantes e membros de movimentos sociais com o intuito de dialogar acerca das recentes queimadas na floresta brasileira.

A manifestação teve a participação de movimentos sociais como o “Praia Limpa”, que efetua atividade de limpeza nas praias e lagoas sergipanas. “Queremos conscientizar as pessoas. É importante que façamos conversas e expliquemos a elas tudo que está acontecendo na Amazônia. Nossos atos simbólicos de limpeza nas praias têm justamente esse intuito, o de conscientizar, pois quando as pessoas nos veem limpando, percebem que jogar o lixo na praia é errado”, explica uma das líderes do movimento, Lara Oliveira.

Membro do movimento Praia Limpa, Lara Oliveira explica objetivos da mobilização. (Foto: Portal Infonet)

O movimento “Em Defesa da Lagoa Doce” também marcou presença na manifestação com a participação do representante Flávio Marcell. Ele destacou que o encontro pode fechar questão para a participação dos movimentos no “Grito dos Excluídos”, mobilização que acontece nos desfiles cívicos de todo o país durante o 7 de setembro, dia em que é comemorada a independência do Brasil.

“Queremos dialogar, falar dos ataques ao meio ambiente e começar a organizar a luta ambiental aqui em Aracaju e em Sergipe. Pretendemos construir n o Grito dos Excluídos e também analisar a possibilidade de participar da ‘Greve do Clima’, que é uma atividade mundial e que vários estados brasileiros estão confirmados. Estamos tentando juntar o máximo de estudantes, ambientalistas para avançarmos e denunciarmos as questões climáticas no Brasil e no mundo.”, ressalta Flávio.

Manifestações pela amazônia

Este foi o segundo ato organizado pela população sergipana para denunciar a situação da Floresta Amazônica. No último sábado, 24, o público se reuniu na Praça General Valadão com uma média de 80 pessoas entre estudantes, ambientalistas, professores e membros de movimentos sociais.

por Daniel Rezende

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