“Não importa se a culpa é da atendente ou da polícia, o que nós sabemos é que nenhuma viatura apareceu aqui para ajudar meu irmão. Nós temos direito à segurança e essa segurança foi negada pelo serviço de atendimento. Queremos justiça!” desabafou Messias de Jesus Santos, que também é comerciante. Ainda de acordo com ele, a atendente do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), está sendo responsabilizada para tirar a culpa do Estado. “Colocar toda a culpa para a moça que atendeu é uma forma de fugir da responsabilidade. Outras pessoas aqui do bairro já ligaram para polícia e é sempre a mesma coisa, eles pedem a placa da moto ou do carro. Vamos fazer o que? Sair para olhar a placa e morrer?”, questionou Messias. O comerciante também relatou que foi chamado até o Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), onde o assessor da polícia explicou como andam as investigações do caso. “Eles estão atrás dos assassinos, mas o dinheiro não vai mais ser achado. Estamos tentando pagar as dívidas que ficaram por causa do assalto”, ressaltou o irmão. Após a morte de Eraldo, a família manteve o depósito fechado por alguns dias, mas o irmão da vítima já está trabalhando no local. “Eu trabalhava aqui com ele, mas agora tenho que tocar sozinho. Ele deixou esposa e uma filha de quatro anos, nós não podemos deixar de trabalhar”, finalizou Messias.
Advogado da família do comerciante, Eraldo de Jesus, 44 anos, vítima de latrocínio no último dia 25, irá entrar na Justiça contra o Estado, ainda nessa segunda-feira, 1°, segundo o irmão da vítima. Messias quer justiça para a morte do irmão
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