Operação Arremate: Todas as prisões passam a ser preventivas

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Momento em que acusados chegavam ao IML (Foto: Cássia Santana/Portal Infonet)

O juiz da 3ª Vara Federal da Justiça de Sergipe, Edmilson Pimenta, acabou de transformar todas as prisões temporárias realizadas nesta quarta-feira, 4 pela Polícia Federal, quando da realização da Operação Arremate, em prisões preventivas. Foram presas 16 pessoas acusadas de estarem envolvidas em fraudes em leilões, mas dois deles, o empresário Álvaro José Nunes e o leiloeiro Ezequiel Oliveira Santos, não chegaram a dar entrada no Complexo Penitenciário Advogado Antônio Jacinto Filho (Compajaf), pois tiveram a prisão relaxada e continuarão respondendo por vários crimes.

De acordo com a Assessoria de Comunicação da Polícia Federal em Sergipe, Ezequiel Oliveira Santos responde por formação de quadrilha, falsidade ideológica e advocacia administrativa. Já o empresário Álvaro José Nunes, responde por formação de quadrilha, falsidade ideológica e fraude em licitação.

“Eles chegaram já no início da noite no Compejaf, mas o delegado já havia pedido o relaxamento da prisão, então eles retornaram aqui para a Polícia Federal e ficaram aguardando, tendo sido liberados no final da noite. É bom deixar claro que eles foram liberados, mas foram indiciados por esses crimes e vão responder pelos crimes tão quanto os demais que continuam presos para que não venham a continuar interferindo nos leilões”, explica a assessora Mônica Horta.

Ela disse ainda que todas as prisões temporárias passam a ser agora preventivas por decisão do juiz da 3ª Vara Federal da Justiça. Com isso, os acusados Geovani Souza Simões, Thiago Prado de Castro Lima e Carlos Santos Fiel passam a ter a prisão preventiva decretada.

Compajaf

O diretor do Complexo Penitenciário Advogado Antônio Jacinto Filho, Antônio de Oliveira Manhães confirmou na manhã desta quinta-feira, 5, que os acusados Álvaro e o Ezequiel não deram entrada no Compajaf. “Esses dois não ficaram aqui. No Compajaf, deram entrada 11 e continuam todos presos”, ressalta Manhães.

Por Aldaci de Souza

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