PM envolvido com tráfico pode ser expulso da corporação

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Luciano foi expulso em 2002 e está foragido (Fotos: Ascom SSP)

O Comando Geral da Polícia Militar designará três oficiais para instauração do Conselho de Disciplina para investigar a conduta do cabo Márlio Oliveira de Jesus, preso por determinação judicial acusado de envolvimento com associação criminosa responsável por tráfico de drogas, comércio ilegal de munição, roubos, receptação, corrupção e concussão. O coronel Paulo César Paiva, chefe da PM5 [setor responsável pela Comunicação Social da PM], disse que o Conselho de Disciplina tem amplos poderes, inclusive, para excluir o policial acusado da corporação. “Isso mediante a concessão do direito à ampla defesa”, observa o coronel.

O cabo Márlio de Jesus é um policial da ativa, lotado no Batalhão de Turismo e foi preso por determinação judicial, fruto das investigações que estão sendo conduzidas pelo delegado Osvaldo Resende, do Departamento de Narcóticos da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP). Já o ex-soldado Luciano dos Santos Andrade foi expulso da Polícia Militar de Sergipe no ano de 2002. Há também mandado de prisão e ele é considerado foragido da justiça.

De acordo com informações do delegado Osvaldo Resende, o ex-soldado Luciano dos Santos foi preso por envolvimento em roubo no município de Itaporanga.

Márlio: na ativa, mas pode ser expulso

Preso, o ex-militar foi contemplado com decisão judicial e acabou liberado. Mas teve novo mandado de prisão e agora já é classificado como foragido da justiça. Luciano dos Santos foi expulso da Polícia Militar de Sergipe no ano de 2002. A Polícia Militar ainda não informou os motivos da expulsão do ex-soldado.

As investigações continuam e não está descartada a participação de outras pessoas nesta organização criminosa.

A Secretaria de Estado da Segurança Pública solicita apoio da população para localizar o ex-policial militar que continua foragido. Informações podem ser enviadas por e-mail jornalismo@infonet.com.br ou por telefone (79) 2106 – 8000.

Por Cássia Santana

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