Prédio no Augusto Franco é interditado

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Foto: Wellington Barreto (AAN)
Os moradores do Condomínio Gilvan Rocha, pertencente ao Programa de Arrendamento Residencial (PAR), passaram um noite de muita expectativa. De acordo com relatos de moradores, no início da noite de ontem eles começaram a ouvir estalos e a observar que rachaduras estavam aparecendo nas paredes dos apartamentos do Bloco 02. Diante disso, os condôminos resolveram acionar a administradora do empreendimento e a Caixa Econômica Federal, responsáveis pelo Gilvan Rocha, para que o fato fosse verificado e tomadas providências.

No entanto, os moradores alegam que os engenheiros da CEF estiveram no local, mas, supostamente, não tomaram providências. Assim, eles acionaram a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros que ao chegarem no local procederam a evacuação imediata do local e o isolamento do prédio. Segundo o diretor da Defesa Civil, Adalberto Figueiredo, foi solicitado também a presença de um engenheiro do Crea para avaliar a situação.

 

“Procedemos a interdição por precaução. Foi uma situação inusitada. Vemos esse tipo de coisa em prédios antigos, desgastados pelo tempo, mas nesse caso trata-se de prédios novos com menos de uma ano. Ainda não sabemos o que foi que causou as rachaduras, para isso solicitamos que um Geotécnico que é especialista em fundação e solo faça uma perícia para detectar a raiz do problema”, explicou Figueiredo.

 

Os moradores que tiveram que deixar seus apartamentos estão abrigados em casas de parentes e amigos e sem previsão de quando irão voltar para casa. Eles acrescentaram que as rachaduras não foram um fato isolado no Bloco 02 e que outros já vinham apresentando o problema há cerca de dois meses. O condomínio foi inaugurado em setembro de 2004 e tem 11 prédios.

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