Protesto: moradores pedem colocação de quebra-molas

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Moradores pedem providências

Um protesto marcado pelo apelo de moradores de três conjuntos que cortam a Avenida Santa Gleide terminou no fechamento da principal via de acesso da zona oeste da capital sergipana.

O fato aconteceu por volta das 7h dessa segunda-feira, 23, quando moradores do Loteamento Nova Liberdade, Maria do Carmo e São Carlos decidiram realizar um protesto para chamar a atenção das autoridades para os constantes acidentes que tem ocorrido na Avenida Santa Gleide.

De acordo com o líder comunitário do Loteamento Nova Liberdade, Serafim Fontes, o problema tem preocupado todos

Na avenida não existe sinalização
os moradores do local que são vítimas de atropelamento e mortes por falta de sinalização da avenida.

 “São 950 metros de avenida sem nenhuma sinalização, não podemos aceitar que continue acontecendo acidentes com mortes nesse local”, afirma Serafim ressaltando ainda que aos finais de semana a avenida vira ponto de racha de motoristas e motoqueiros.

Serafim Fontes lembra ainda que no mês de setembro uma decisão judicial do Ministério Público determinou que a SMTT colocasse quebra-molas no local, mas até o momento nada foi feito.

Em frente à escola não existe faixa de pedestre
A presidente da associação de moradores do conjunto Maria do Carmo, Maria Antônia Bomfim de Souza, alerta para uma situação mais grave, onde crianças são submetidas à travessia de risco. Segundo Maria Antônia o problema acontece com os alunos do Colégio Municipal Dom Avelar Brandão Vilela, onde no local não existe nenhuma sinalização.

“Tenho dois netos menores que estudam na escola e observo o risco que todas as crianças correm quando tem que atravessar a avenida. O perigo é muito grande, tenho medo que o pior aconteça”, destaca.

Na tarde desta segunda-feira, 23, uma comissão de moradores será recebida pelo superintendente da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) para definir a colocação de quebra-molas na avenida, além de sinalização permanente no local.    

 

Por Kátia Susanna

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