Sávio reconhece precariedade do Presídio Militar

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O novo diretor do Presídio Militar (Presmil), Coronel Sávio, que assumiu o cargo na última quarta-feira, 11, disse que está tomando pé da atual situação do prédio em que funciona a unidade. De acordo com denúncia da Associação Beneficente dos Policiais Militares (ABSMSE), protocolada no Ministério Público essa semana, o prédio do antigo hospital psiquiátrico não tem condições de funcionar como presídio.

O coronel Sávio, antigo diretor do Departamento do Sistema Penitenciário (Desipe), afirmou que o prédio não atende aos quesitos mínimos estabelecidos pela Lei de Execução Penal. “Ainda vou conversar com o comandante da Polícia M ilitar para poder apresentar a minha avaliação da estrutura do presídio. Quando fui convocado recebi essa missão de fazer um diagnóstico do prédio e de melhorar o atendimento ao interno”, afirma.

Parte elétrica e hidráulica estão precárias / Foto: Divulgação

Ele adiantou que já existe na Secretaria de Segurança Pública (SSP) um projeto para transformar aquele prédio, que durante anos abrigou uma unidade de saúde, numa unidade apropriada para receber os presos. “Um presídio deve ter uma estrutura totalmente diferente da de um hospital”. No entanto, segundo ele não há prazos para que ocorram tais melhorias.  

Quando o Presídio Militar passou a funciona no antigo hospital psiquiátrico Adauto Botelho foram feitas apenas algumas adaptações e até hoje nenhuma reforma mais ampla foi feita. Na denúncia da Associação Beneficente dos Policiais Militares há relatos de graves problemas principalmente na rede elétrica e hidráulica.

Por Carla Sousa

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