Sergipe inicia 2020 com abertura de 376 novas empresas

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Presidente da Jucese, Marco Freitas, mostra otimismo com primeiros números de 2020. (Foto: Ascom Jucese)

O início de 2020 aponta dados positivos para o empreendedorismo sergipano. Somente em janeiro deste ano, 376 novas empresas foram formalizadas na Junta Comercial de Sergipe (Jucese) e representou um aumento de 5% em relação ao mesmo período do ano passado. Ao mesmo tempo, 75 empreendimentos foram fechados, mas o dado é considerado positivo, girando em torno de 25% a menos, também em comparação ao ano anterior.

O presidente da Jucese, Marco Freitas, comemorou os dados e exaltou a possibilidade de um ano mais próspero para o setor comercial em Sergipe. Ao Portal Infonet, o presidente destacou que o processo de criação de empresas tem se modernizado, ao ponto de não ser mais necessária a presença do postulante a empresário na sede da Jucese, o que tem gerado maior demanda e facilidade.

“Há duas maneiras de se fazer uma empresa: individualmente ou via contador. Todo o processo é feito pelo site agiliza. A pessoa não precisa se deslocar até a junta. No portal agiliza tudo é feito, inclusive o envio de documentos”, destaca o presidente, que complementa, “O papel da Jucese é o de desburocratizar. O empreendedor não precisará vir aqui, não gastará gasolina, não fará cópia de documento, não fará autenticação. Num passado recente uma empresa era aberta em 15 dias, atualmente fazemos isso em apenas oito segundos”, conclui.

Segundo Marco a recomendação é de que o candidato a empreendedor procure um escritório de contabilidade de confiança para que o processo seja feito com maior facilidade. O tramite é considerado simples, tendo a exigência apenas do Contrato Social, o qual é feito no ato de abertura, e de um documento com identificação, a exemplo do RG ou da CNH. Em alguns casos, como os da criação de microempreendedores individuais (MEI’s), a Jucese recomenda ainda a procura pelo setor do Sebrae responsável pela fomentação deste modelo.

A formalização empresarial ainda é vista com certa desconfiança pelos empreendedores, principalmente os micro, os quais geralmente extraem uma renda considerada pequena do seu negócio. Para Marco Freitas, o caminho da criação da empresa possui vantagens que devem ser aproveitadas pelos postulantes, “Primeiro que a empresa poderá participar de licitação e poderá emitir nota fiscal exigida pelos clientes. Além disso, há a grande vantagem para o empreendedor que é a contribuição via INSS, a qual garantirá uma posterior aposentadoria”, complementa o presidente.

por Daniel Rezende

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