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SSP descarta ligação com suposto informante da polícia (Fotos: Portal Infonet)
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A delegada-geral Katarina Feitoza descartou a possibilidade de ligação entre membros da Secretaria de Segurança Pública (SSP) e Jean Fagundes da Silva, de 38 anos, executado a tiros no último domingo, 27. A suspeita surgiu por conta de dois objetos de uso característico da polícia civil terem sido encontrados dentro do veículo onde estava a vítima quando foi morta: uma balaclava e um distintivo de agente de policia.
A origem dos objetos ainda está sendo investigada pela polícia. “O que podemos informar é que ele tinha antecedentes criminais, e estamos verificando a situação destes materiais. O distintivo não é original”, explicou Feitoza. Jean Fagundes repondia a processos judiciais, inclusive por suspeita de furto qualificado, e já foi condenado por porte ilegal de arma de fogo, conforme os registros do Tribunal de Justiça de Sergipe.
A polícia foi informada de que Luiz Matheus Barbosa Nunes, de 19 anos, e Edson Oliveira Santos Júnior, de 24, suspeitos de executar Jean, estariam em fuga. Equipes da polícia civil foram em busca dos dois envolvidos, e conseguiram interceptá-los em Cristinápolis, no sul do Estado, na região de divisa com a Bahia. “Houve um confronto, eles reagiram, inclusive com uma metralhadora”, disse a delegada-geral. A dupla acabou sendo alvejada e veio a óbito.
Na residência de Luiz Matheus, foi encontrada quantidades de maconha, duas escopetas e diversas munições. A esposa dele, Maria Alícia Ferreira dos Santos, foi presa. Os acusados do homicídio já tinham passagens pela polícia por tráfico de drogas e roubo de carro.
A motivação e o envolvimento de outras pessoas com o homicídio de Jean serão investigados pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Por Victor Siqueira e Aisla Vasconcelos
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