Taxistas tentam linchamento

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No início desta semana, um senhor pegou um táxi e anunciou para onde queria ir. O taxista recusou a corrida sob a prosaica alegação de que não poderia se demorar muito pois iria participar de um protesto feito pela classe na porta de uma delegacia da cidade, onde exatamente estava preso o matador de um taxista. Um simples protesto? Não era bem assim: o motorista já adiantava que “ia matar aquele peste, de um jeito ou de outro”. Ou seja, um linchamento. E foi o que quase ocorreu pouco depois em frente à delegacia de polícia da Avenida Barão de Maruim. Não se pode deixar de reprovar a atitude dos taxistas. A Justiça existe para fazer Justiça. Não cabe a ninguém, nem a taxistas insanos, querer fazer justiça com as próprias mãos. Um crime não justifica outro.

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