Vigilantes do Estado prometem greve caso não haja acordo

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Presidente do SINDIVIPSE, Ferreira Júnior (Foto: Portal Infonet)

Os vigilantes públicos do estado prometem entrar em greve caso o Governo do Estado não chege a um acordo quanto ao pagamento dos 30% do adicional de periculosidade e o reajuste salarial. A categoria esteve reunida em assembleia na tarde desta quinta-feira, 20, na sede da Central Única dos Trabalhadores de Sergipe (CUT/SE).

Segundo o presidente do Sindicato dos Vigilantes do Setor Público do Estado de Sergipe (SINDIVIPSE), Ferreira Júnior, o pagamento da periculosidade aos vigilantes é garantido por lei federal. “Conforme a lei federal 12.740, todos os vigilantes devem receber o direito da periculosidade, por se tratar de uma profissão de risco. Porém, o governo do estado não paga aos vigilantes públicos os 30% de periculosidade”, argumenta.

Ferreira Júnior explica ainda que a categoria luta pelo plano de carreira e está insatisfeita com as condições de trabalho. De acordo com ele, se até o dia 13 de março não houver um acordo com o governo, os vigilantes realizarão uma paralisação de 72h. "Se o governo não apresentar soluções após esta paralisação de 72h, iremos parar de vez”, completa.

Seplag

A Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), informou, através de sua assessoria de comunicação, que as questões relacionadas à periculosidade devem ser tratadas com a Procuradoria Geral do Estado (PGE). Sobre as questões salariais e de carreira dos vigilantes, a assessoria afirmou que o governo vem realizando um estudo sobre a reestruturação de carreira de várias categorias, inclusive a dos vigilantes. Além disso, a assessoria acrescentou que o governo vem mantendo diálogo com o SINDIVIPSE a fim de chegar um acordo.

PGE

A equipe do Portal Infonet tentou ouvir a PGE, mas não obteve êxito. O Portal continua à disposição através do telefone (79) 2106 8000 e do email jornalismo@infonet.com.br.

Por Geilson Gomes e Verlane Estácio

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