Aperipê TV exibe documentário no Projeto São Cristóvão na Tela

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Neste sábado, 4 , a partir das 18h, a Aperipê exibe o vídeo documentário ‘São Cristóvão’, durante o projeto São Cristóvão na Tela. A ação ocorrerá na quarta cidade mais antiga do Brasil, distante 23 quilômetros de Aracaju, mais especificamente na Praça São Francisco, que é candidata ao título de Patrimônio da Humanidade. A atividade faz parte da programação organizada pela Comissão Pró-candidatura em parceria com a Paróquia Nossa Senhora da Vitória e a prefeitura da cidade histórica.

De acordo com o responsável pelo evento, Thiago Fragata, o ato inaugura a campanha de divulgação da candidatura, prevista para encerrar em junho de 2010, quando a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) irá julgar a cidade sergipana. “O foco do projeto São Cristóvão na Tela é sensibilizar a sociedade, principalmente os sergipanos, para a questão da educação patrimonial”, afirmou Fragata. A iniciativa de inscrever a cidade histórica foi do Governo do Estado com o apoio técnico do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

O Programa Monumenta do Ministério da Cultura tem Luiz Fernando de Almeida como coordenador nacional e já investiu mais de R$ 770 mil na requalificação da praça e na restauração dos elementos artísticos do Convento Santa Cruz. Os primeiros tombamentos em São Cristóvão ocorreram entre os anos de 1941/44 e protegeram monumentos isolados.

Especial Aperipê São Cristóvão

O vídeo documentário São Cristóvão foi realizado pela Aperipê TV em abril deste ano para o programa Especial Aperipê transmitido aos sábados, às 16h, e às quartas-feiras, às 20h. O documentário foi dirigido por Gabriela Caldas e faz uma reflexão sobre a educação patrimonial e o patrimônio da cidade de São Cristóvão, através da voz de seus habitantes.

“Fazer esse Especial foi uma experiência maravilhosa porque sou uma entusiasta do patrimônio de São Cristóvão. Minha relação é muito forte, pois desde cedo eu visito a cidade. Cursei minha faculdade lá e lecionei várias aulas sobre ela quando fui professora do curso de Artes Visuais da UFS. Foi uma honra produzir esse documentário, principalmente por ser um assunto tão importante para a cultura sergipana”, assegurou Caldas.

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