Delícias e dores do amor são tema do novo livro de Michel de Oliveira

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Delícias e dores do amor são tema do novo livro de Michel de Oliveira (Foto: Divulgação)

O amor, com seus desejos e destroços, é o tema do novo livro do escritor Michel de Oliveira, intitulado “O amor são tontas coisa”, que será lançado nesta quarta-feira, 10, às 20h, em uma live simultânea no Facebook e no canal do YouTube da Editora Moinhos.

Apesar de ser o terceiro livro do escritor, esse lançamento tem sabor de novidade. “É a primeira vez que me aventuro na poesia, então acaba sendo um primeiro lançamento, uma estreia. Estou muito curioso para saber qual será a reação dos leitores e leitoras, que já conhecem meus escritos em prosa”, confessa o escritor.

Esse é o terceiro livro do escritor Michel de Oliveira (Foto: Gisele Koch)

Para a escritora gaúcha Juliana Blasina, que assina a orelha do livro, a estreia de Michel na poesia apresenta a mesma força dos trabalhos anteriores, seja na prosa ou na fotografia. “Em ‘O amor são tontas coisas’, o poema é também um objeto visual, com a qual o poeta compõe o espaço e desdobra a palavra, numa estética concreta contemporânea, com humor e profundidade”, destaca Juliana.

 Além do clichê

O amor e seus desdobramentos é tema bastante explorado na literatura, por isso tratar do assunto incorre sempre no risco de repetir clichês, o que não é o caso dos poemas de “O amor são tontas coisas”, que apresentam um amor sem idealizações. Segundo Michel, o amor que motiva os poemas é muito mais carnal, passional e palpável, do que o ideal romântico.

“O amor é um sentimento que nos toma por inteiro, tira da razão, do eixo. E isso nem sempre é bom, há um lado muito cruel do amor, especialmente quando não é correspondido. Meus poemas trazem esse amor passional, dolorido, mas também muito forte e intenso”, descreve o escritor.

Sobre o autor

Michel de Oliveira é jornalista de formação, doutor em Comunicação e Informação pela UFRGS, e uma mente criativa que passeia pela literatura, fotografia e artes visuais. Ele tem se destacado como um dos expoentes das letras sergipanas. Em 2018, foi selecionado para a Oficina de Criação Literária da PUCRS, a mais antiga e renomada escola de escritores do país, ministrada pelo escritor Luiz Antônio de Assis Brasil.

É autor de “O sagrado coração do homem” (Moinhos, 2018 – finalista do Prêmio Açorianos) e de “Cólicas, câimbras e outras dores” (Oito e Meio, 2017 – finalista do Prêmio Sesc e da Maratona Carreira Literária); participou das antologias “Como tudo começou: a história e 35 histórias dos 35 anos da Oficina de Criação Literária da PUCRS” (ediPUCRS, 2020) e “Qualquer ontem” (Bestiário, 2019).

Fonte: Assessoria de Comunicação

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