NPD produz curta “Do Outro lado do rio”

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Câmera na mão e muita criatividade. Foi num clima assim, repleto de inspiração, que os alunos do Núcleo de Produção Digital Orlando Vieira, Aracaju-SE | Programa Olhar Brasil gravaram um curta-metragem. Durante o curso de Realização em Audiovisual, ministrado pelos professores Anderson Craveiro (direção de fotografia), Bruno Gehring (produção), Felipe Almeida (direção de arte) e Rodrigo Grota (direção e roteiro), os alunos trabalharam conjuntamente, em tempo integral, numa dedicação que o cinema exige.

O curta

O nome escolhido para o curta foi ‘Do outro lado do rio”, que conta a história de um pescador embrutecido pelas circunstâncias da vida e sua filha, uma menina tímida e cheia de sonhos. Durante o filme, pai e filha atravessam Aracaju visitando os pontos mais poéticos da cidade.

Segundo Anderson Craveiro, diretor de fotografia do curta, a história é muito sensível. “Encontramos o roteiro perfeito, o seu Dodó (ator do curta) é uma personalidade verdadeira, um homem verdadeiro. Demos muita sorte”, declarou, animado, durante as gravações.

Para Rodrigo Grota, diretor e roteirista, foi mais que sorte. “Fomos abençoados, isso sim. Durante as gravações tudo pareceu se encaixar, desde a interação entre o seu Dodó e a Thaís (atriz do curta) até as lindas paisagens da cidade. Nós todos fomos muito, muito abençoados.”

Satisfação 

Quem nunca fez um curso no NPD, aproveitou a oportunidade. É o caso de Eudaldo Júnior. “O curso foi uma inspiração, o curta ficou lindo. Sempre sonhei em fazer filmes e a experiência foi maravilhosa. Quero fazer mais cursos, produzir mais”, disse.

Para Priscila Reis, que já fez um curso no NPD, a realização do curta superou as expectativas. “O curso foi lindo, a turma esteve empenhada, nunca vi tanta dedicação a uma causa”, afirmou. Quanto ao que vai levar do curso, Priscila está satisfeita. “Aprendi muito, ajudei na realização de um trabalho incrível. Isso sim é inspiração”.

Seu ‘Dodó’, um homem poético

“Sou um homem simples, amo a vida, andar descalço na areia da praia. Ser livre”, é com essa frase que o seu Dodó, “ator” do curta-metragem, se define. Um homem que, segundo dizem os próprios alunos e professores, foi ‘o achado’ perfeito para o curta.

Pescador, professor formado em Letras, o seu Dodó é uma figura cativante, um homem sensível e de extrema compreensão sobre a importância do cinema. “Era meu sonho fazer um filme.”, declarou. E ele surpreendeu revelando um talento natural para atuar. Isto porque, talvez, como ele mesmo disse, o personagem não é ficção. “Esse pescador sou eu. É livre, simples. Essa história é a minha vida e de muitos outros pescadores como eu. Não existe mentira nisso. E o cinema não mente, certo?”

O curso, com certeza deixou em todos que participaram um misto de orgulho e saudade. Orgulho da qualidade e maestria com as quais os professores orientaram a turma e do resultado de dias de trabalho; e saudade do clima eufórico e criativo das gravações. Mais um sucesso do NPD, realizado graças à dedicação e entrosamento de toda a equipe.

Fonte: Ascom/NPD

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