Órgãos fiscalizadores vistoriam estrutura do Forró Caju 2019

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(Foto: Portal Infonet)

Equipes da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb) e agentes da Defesa Civil de Aracaju estiveram na manhã desta sexta-feira, 21, na praça dos mercados centrais da capital a fim de vistoriar todo o andamento da estrutura do Forró Caju 2019. Segundo a Emsurb, 95% das obras já estão concluídas.

O presidente da Emsurb, Luiz Roberto Santana (Foto: Portal Infonet)

O presidente da Emsurb, Luiz Roberto Santana, informou que o prefeito Edvaldo Nogueira percorreu toda a área reservada para a realização do Forró Caju. “Houve uma verificação de todos os pontos que foram instalados”, afirma. Ainda segundo ele, mais de 20 câmeras serão instaladas para reforçar o aparato de segurança .

Luiz Roberto explicou também que a Defesa Civil irá realizar os testes necessários para liberar a estrutura para o evento. “A Defesa Civil irá realizar os testes de carga e todos os demais necessários para autorizar a área para a gente só aguardar o momento do evento”, acrescenta.

O Coordenador Técnico e Operacional da Defesa Civil de Aracaju, Robson Rabelo, ressaltou que toda a documentação solicitada foi apresentada pela empresa responsável pela montagem. ” Foram devidamente entregues as Anotações de Responsabilidade Técnica (ART’s) de montagem e desmontagem, de teste de carga e execução de teste de carga, assim como ART elétrica e do projeto de combate a incêndio e pânico”, explica.

O Coordenador Técnico e Operacional da Defesa Civil de Aracaju, Robson Rabelo (Foto: ascom Defesa Civil Municipal)

Robson detalha ainda que as estruturas foram inspecionadas, desde a chegada dos materiais, para atestar a qualidade.  “Foram constatadas as boas condições, de forma visual. Passamos então a fazer o acompanhamento da instalação, para garantir que estejam de acordo com o que está especificado em projeto”, explica. “Hoje, constatamos que falta apenas as instalações que ficarão no entorno da estrutura principal, que não foram dispostas para não prejudicar a acessibilidade das pessoas que transitam pelo Centro”, completa.

por João Paulo Schneider e Aisla Vasconcelos

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