ORSSE retorna ao Atheneu com o maestro Daniel Nery

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Daniel Nery, maestro assistente do grupo e regente do concerto (Foto: Fabiana Costa/Ascom Secult)

A Orquestra  Sinfônica de Sergipe (ORSSE) apresentará na próxima sexta-feira, dia 27 de julho, às 20h30 no Teatro Atheneu, um novo concerto da série Lanranjeiras III, ampliando seu público e dando oportunidade para que cada vez mais pessoas tenham acesso à música de concerto em Sergipe.

Mantida pela Secretaria de Estado da Cultura, com patrocínio do Banco Banese e Instituto Banese, a ORSSE é considerada um dos mais atuantes grupos sinfônicos da região Nordeste, destacando em seus concertos os maiores nomes da música sinfônica, tanto nacional como internacional.

Na série Laranjeiras, por exemplo, o grupo leva ao novo Teatro Atheneu a boa música em um dos mais modernos teatros do nordeste. “Temos as Séries Cajueiros e Mangabeiras no Teatro Tobias Barreto, a Série Sons da Catedral e, finalmente, a Laranjeiras, no conceituado e totalmente repaginado, Teatro Atheneu. E todas elas tem um significado muito especial para os músicos”, explica Daniel Nery, maestro assistente do grupo e regente do concerto.

Sobre o programa

A Orquestra busca sempre novos repertórios e paradigmas de interpretação, especialmente nessa série realizada no Teatro Atheneu, o mais tradicional de Sergipe, no qual são interpretadas peças de fácil entendimento para o público a exemplo das  três obras escolhidas para a terceira edição Laranjeiras.

Elas transitam entre o romantismo alemão da Sinfonia Inacabada de Franz Schubert, em contraste com a extrema delicadeza da Pavane, do francês Ravel. Finalizando a noite, será executada a Suíte Dolly de Gabriel Fauré, que evoca todas as impressões de uma criança face às paisagens e sons da belle-époque parisiense.  "Um concerto dedicado à família e às tradições musicais mais sublimes, é o que se pode esperar dessa apresentação", completa Daniel Nery.

Sobre o regente

Regente assistente da Orquestra Sinfônica de Sergipe, Daniel Nery é Bacharel em Composição e Regência pela UNESP e Mestre em música pela mesma instituição. Foi discípulo do maestro Roberto Tibiriçá e juntamente com ele e outros colegas, em 2008 lançou o livro “O Regente sem Orquestra”.

Em 2010, iniciou como regente assistente na Orquestra Sinfônica de Sergipe. No mesmo ano, foi premiado no I Concurso Carlos Gomes para Jovens Regentes, promovido pela Orquestra Sinfônica de Campinas, e ainda foi um dos quatro regentes brasileiros selecionados para participar do II° Laboratório de Regência Orquestral com o maestro Fábio Mechetti na Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. É também professor de regência na Universidade Federal de Sergipe.

Fonte: Ascom Secult

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