Sangue na Caixa de Areia no TTB no dia 2 de fevereiro

(Foto: Ascom/ Paula Kossatz Press Jornal)

No dia 2 de fevereiro acontece a peça Sangue na Caixa de Areia no Teatro Tobias Barreto ás 20h. Ingressos na bilheteria do teatro e Balcão Central do Ingresso (Shopping Jardins) R$60 (inteira) e R$30 (meia). Mais informações por meio do (79) 3179-1490.

Ana vê a vida como se estivesse fora dela, distanciada, do outro lado, incapaz de se envolver afetuosamente com alguém, com seu olhar crítico a respeito de tudo e todos. Felipe vê a arte como algo banal e desinteressante, irrelevante para a necessidade humana.

Marisa vê em seus delírios de consumo a expansão dos seus sonhos, entre tantas verdades que cria e que nem ela mesma acredita. Douglas vê na família a responsabilidade e peso que coloca em cheque a validade das suas escolhas. Samanta vê da janela do seu apartamento uma possibilidade de fim. Crianças brincam na caixa de areia, enquanto um corpo despenca nove andares. O ponto de vista é o ponto de partida nas relações dessas pessoas, que procuram no outro uma justificativa para elas mesmas.

Personagens

Ana, proprietária do apartamento. Tem um senso crítico extremado. Sua mente vive sempre catalogando, analisando, compreendendo, formatando, concluindo. Vive num exercício tão intenso que não consegue por tempo algum se desprender de um pensamento sem finalidade especifica. Seu senso crítico é constantemente apropriado pelo namorado jornalista, que recorre a ela na produção de seus textos.

Marisa, altamente falante, mora por anos no prédio e era amiga da última inquilina de Ana, que se suicidou. Mãe de quatro crianças, possui uma fala ordinária e acelerada. Por muitas vezes, não é capaz de perceber a vontade alheia. Expõe sempre o que pensa de maneira desmedida.

Douglas, casado com Marisa, não consegue tolerar sua esposa e seus excessos. Tenta ao máximo ficar distante da mulher.  Farmacêutico, acaba encontrando no trabalho a desculpa para sua ausência constante no matrimônio. Tem uma ligação muito grande com sua filha mais velha, Ana Claudia.

Ana Claudia, totalmente controladora, vive na eminência de dominar todos com que convive. Impõe os desejos pessoais a todos os membros da família como se fossem uma prioridade geral. Tem uma relação desgastada com esposo, quase desrespeitosa. Uma mulher blindada, pouco suscetível ao olhar e afeto alheios. Tem uma relação delicada com sua mãe, por quem nutre um desprezo quase repulsivo.

Felipe, casado com Ana Claudia, jornalista esportivo que acaba virando crítico de teatro por acaso. Suas críticas se tornam muito respeitosa por serem sempre assertivas e de grande popularidade. Esconde de todos que, na verdade, sua mulher é uma colaboradora fiel da sua escrita. Vive uma relação delicada com a mesma, que sempre se queixa de suas atitudes, ações, hábitos, gostos.

Fonte: Villela Produções

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