TTB recebe o espetáculo Casa! Depois me Conta

Roberto Bento diz que a peça fala do cotidiano (Foto: Cássia Santana)

O Teatro Tobias Barreto (TTB) será palco nos dias 26 e 27 de julho, às 21h e 20h respectivamente, do espetáculo Casa! Depois me Conta. Com direção de Gugu Olimecha e produção de Antonio Adder, a peça é contracenada pelos atores Roberto Bento da Silveira e Simone Simão.

O espetáculo traz humor e retrata o cotidiano presente na vida da maioria das pessoas. A equipe do Portal Infonet conversou com o ator Roberto Bento. Confira.

Portal Infonet – Como surgiu o espetáculo?

Roberto Bento– Surgiu da necessidade de fazer um espetáculo diferente, de qualidade e divertido, mas sem ser pejorativo e que eu pudesse mostrar o cotidiano das pessoas. Comecei a pegar informações de amigos, coisas que a gente ouvia e ai foi juntando com experiências pessoais. Escrevi o texto e levei para Gugu Olimecha ler e perguntei o que ele achava. Ele adorou, só não gostou da frase porque era 'Cotidiano, Depois me Conta. Nos ensaios, resolvi lançar uma frase e percebi que o casa é forte e vende. Por isso ficou "Casa, depois me conta”.

Infonet- Quem são os personagens?

R.B- São seis personagens. Tem um apresentador de TV de quinta categoria e que se acha o bom, mas não é. O valadão que é o advogado, mas foi abandonado pela mulher e fala mal do casamento. Tem o Carlão que é um taxista que tem dinheiro, mas é relaxado. Ele acha que a mulher o está traindo, mas não está e depois é explicado no espetáculo. Já a Simone faz a assistente de palco que é a Graziele, depois faz a empregada que a patroa foi embora e ela preferiu ficar com o patrão. Ela tem uma queda pelo patrão, mas tem um noivo e sonha com um casamento. Depois ela faz uma esposa dedicada

Infonet- Como surgiu os personagens?

R.B- Foi fácil porque os personagens existem. O taxista, o apresentador de televisão são todos conhecidos meus. Eu cheguei para Simone e chamei pra ela ir lá em casa pra apresentar uma pessoa que é a menina que faz a faxina pra mim, quando ela foi embora eu disse ela é a Dilza, ela disse igualzinha. As referências existem e é mais fácil quando você tem referências do que você ir buscar um personagem que você idealizou.

Infonet- Como é o entrosamento entre você e a Simone?

R.B- Fui feliz ter escrito esse espetáculo. Mostrei ele antes a Gugu Olimecha [diretor] que logo me sugeriu o nome de Simone Simões para fazer o espetáculo. A engrenagem foi se encaixando sem ser premeditada. A harmonia do elenco, com a produção, o texto e a química que a agente tem, se entendem bem.

Infonet- Existe interação com o público

R.B- Tem um momento em que a gente brinca com a interação entre o homem e a mulher. Pense só a bolsa de uma mulher. Ela pede pra gente pegar a chave na bolsa dela, não existe isso.  A mulher bota a mão e a chave pula na mão dela, já o homem fica horas procurando aquela 'merda' e não acha, parece que se esconde. Tem as amigas que são amigas e as que chamam de ‘miga’, doida para ferrar a outra. Quando a mulher pede uma opinião sobre a bolsa, tome cuidado porque ela já sabe qual a cor ela vai, então cuidado para você não se ferrar

O Portal Infonet está com promoção da peça. Participe.

Por Aisla Vasconcelos

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